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Porto Alegre, quinta-feira, 12 de maio de 2016. Atualizado às 09h01.

Jornal do Comércio

Economia

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conjuntura internacional

12/05/2016 - 09h01min. Alterada em 12/05 às 09h01min

BoE corta previsões de crescimento e prevê inflação na meta em meados de 2018

Apesar das incertezas que precedem o plebiscito sobre a permanência do Reino Unido na União Europeia, o Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) reduziu hoje apenas levemente suas previsões para o desempenho da economia britânica nos próximos anos.
Em relatório de inflação que acompanhou sua decisão de política monetária, o BoE prevê agora que o Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido crescerá 2% em 2016 e 2,3% tanto em 2017 quanto em 2018. Anteriormente, as projeções eram de expansão de 2,2% neste ano, 2,4% em 2017 e 2,5% em 2018.
No documento, o BoE menciona que a produtividade está avançando em ritmo ainda mais fraco do que o esperado e redução nos gastos dos consumidores, que está parcialmente ligada à perspectiva de cortes orçamentários mais profundos.
O BoE afirmou também esperar atingir sua meta de inflação, estipulada em 2%, em meados de 2018. O BC inglês, porém, acredita que a inflação ultrapassará a meta depois disso se a instituição ajustar sua política em linha com as expectativas de mercado, que prevê um primeiro aumento na taxa básica de juros em algum momento de 2018. Essa avaliação sugere que o BoE imagina ser provável que um primeiro ajuste de juros ocorra mais cedo.
Na reunião de política monetária de hoje, o BoE manteve o juro básico na mínima histórica de 0,5%, conforme o esperado.
Ainda no relatório, o BoE prevê que a eventual saída do Reino Unido da UE poderá criar "grande dificuldade financeira" no país. Para o BC inglês, o cenário seria de crescimento menor, alta do desemprego e da inflação e novas quedas no valor da libra, que poderão ser "acentuadas".
O plebiscito no Reino Unido está marcado para 23 de junho.
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