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Porto Alegre, domingo, 08 de maio de 2016. Atualizado às 13h04.

Jornal do Comércio

Economia

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conjuntura interacional

08/05/2016 - 13h04min. Alterada em 08/05 às 13h04min

Exportações da China caem 1,8% em abril; importações recuam 10,9%

As exportações da China medidas em dólares caíram em abril na comparação com o mesmo mês do ano anterior em meio a uma fraca demanda por produtos da segunda maior economia do mundo.
As exportações recuaram 1,8% na comparação com abril de 2015, revertendo uma alta de 11,5% em março, segundo os dados divulgados pela Administração Geral da Alfândega da China. Os números indicam que os embarques da China para o resto do mundo, antes um importante motor de crescimento para o país, continuam a enfraquecer assim como o desempenho econômico como um todo.
O número das exportações de abril foi pior do que a média das projeções de 15 economistas ouvidos pelo The Wall Street Journal. Eles esperavam que o resultado do mês seria de estagnação ante o ano anterior.
O crescimento das exportações em março ocorreu principalmente devido a distorções sazonais depois do feriado do Ano Novo chinês em fevereiro, disseram os economistas.
As importações em abril retraíram 10,9% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Em março, a queda havia sido de 7 6%. O recuo é mais intenso do que o previsto na média das projeções dos economistas, a qual apontava para retração de 4% em abril.
O superávit comercial da China se ampliou em abril, saindo de US$ 29,86 bilhões para US$ 45,56 bilhões. Esse resultado superou a média das estimativas, que indicava superávit de US$ 40 bilhões.
Petróleo
As importações de petróleo bruto da China ultrapassaram as 30 milhões de toneladas pelo terceiro mês seguido. Em abril, elas cresceram em meio a demanda robusta por refinarias locais que começaram a comprar petróleo no exterior há menos de um ano.
Em abril, a China importou 32,58 milhões de toneladas de óleo cru, o equivalente a 7,96 milhões de barris por dia, conforme os dados preliminares divulgados da Administração Geral da Alfândega.
As importações foram 7,6% mais altas do que os 30,3 milhões de toneladas importadas no mesmo mês do ano passado e ficaram praticamente estáveis ante os 32,6 milhões de toneladas de março.
O mercado global de petróleo tem se deprimido nos últimos dois anos, com a oferta superando a demanda. Apesar disso, a demanda chinesa por petróleo tem crescido devido a um crescente número de refinarias locais, às quais passaram a ter o direito de importar óleo cru desde julho do ano passado.
Os esforços da China para reforçar as reservas estratégicas de petróleo também contribuem para aumentar a demanda do país, dizem analistas.
As importações de óleo refinado em abril somaram 2,51 milhões de toneladas, um aumento de 1,6% na comparação com o ano passado. As exportações de produtos refinados saltaram 36% na comparação anual, atingindo 3,68 milhões de toneladas
Já as exportações de óleo cru caíram 41% em abril, para 260 mil toneladas, de acordo com os dados preliminares.
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