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Porto Alegre, quinta-feira, 05 de maio de 2016. Atualizado às 10h10.

Jornal do Comércio

Economia

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agronegócios

05/05/2016 - 10h10min. Alterada em 05/05 às 10h10min

Rio Grande do Sul lidera criação de vagas no agronegócio no 1° trimestre de 2016

A fabricação de produtos do fumo foi o setor que mais criou postos de trabalho

A fabricação de produtos do fumo foi o setor que mais criou postos de trabalho no período


KÁTIA MARCON/DIVULGAÇÃO/JC
O Rio Grande do Sul foi o estado brasileiro que mais criou vagas de trabalho formal no agronegócio nos três primeiros meses de 2016. A contratação com carteira assinada registrou saldo positivo de 21.069 postos de trabalho. Atrás do Rio Grande do Sul, tiveram saldo positivo os estado do Mato Grosso (8.567 postos) e de Goiás (8.355 postos). No Brasil, houve redução de 14.567 postos. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (5), pela Fundação de Economia e Estatística do Estado (FEE). 
A fabricação de produtos do fumo (mais 8.049 postos) e de comércio atacadista de produtos agropecuários e agroindustriais (mais 4.370 postos) foram os setores que mais criaram postos de trabalho no Estado no período.
Os piores resultados foram observados nas atividades voltadas à produção e comercialização de insumos, máquinas e equipamentos de uso agropecuário, com menos 582 postos. Esse foi o nono trimestre consecutivo com retração no estoque de empregos do segmento.
O número de postos de trabalho criados em 2016 no Rio Grande do Sul foi superior ao observado no primeiro trimestre de 2015, quando foram registrados 2.205 novos empregos. A diferença, no entanto, não foi suficiente para compensar os saldos negativos dos três últimos trimestres.
No comparativo entre o primeiro trimestre de 2015 e o de 2016, ocorreu um recuo de 0,6% no estoque de empregos com carteira assinada no agronegócio gaúcho.
Os dados ainda mostram que as exportações do agronegócio gaúcho totalizaram US$ 1,694 bilhão no primeiro trimestre de 2016, valor que corresponde a 60,3% das vendas externas totais do Estado. Na comparação com igual período de 2015, o valor exportado retraiu 10,5%, resultado da queda de volume (-6,3%) e de preços (-4,4%).
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