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Porto Alegre, quarta-feira, 04 de maio de 2016. Atualizado às 09h57.

Jornal do Comércio

Economia

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indústria

04/05/2016 - 09h57min. Alterada em 04/05 às 09h57min

Ambev registra queda de 7,5% no volume global vendido no 1º trimestre

Queda nas vendas de cerveja no Brasil afetou o desempenho da companhia no trimestre

Queda nas vendas de cerveja no Brasil afetou o desempenho da companhia no trimestre


CLAITON DORNELLES/JC
O volume total de bebidas comercializado pela Ambev em todas as suas regiões de operação totalizou 39,957 milhões de hectolitros ao longo do primeiro trimestre de 2016. O montante representa uma queda de 7,5% na comparação com os 43,181 milhões de hectolitros registrados em igual período do ano passado.
A receita líquida por hectolitro (ROL/hl) consolidada do trimestre aumentou 16,1% na mesma base de comparação, chegando a R$ 289,4 entre janeiro e março.
O desempenho do trimestre foi afetado por queda no volume e na receita total da venda de cerveja no Brasil. Nas operações internacionais, a companhia destaca o impacto de condições macroeconômicas adversas na Argentina.
O Custo do Produto Vendido (CPV) consolidado somou R$ 3,960 bilhões, um crescimento de 9,6% ante o primeiro trimestre do ano passado. Já o CPV por hectolitro (CPV/hl) teve alta de 18,4% em igual comparativo, chegando a R$ 99,1.
As despesas com vendas, gerais e administrativas (SG&A) consolidadas da companhia somaram R$ 3,596 bilhões, avanço de 11,7% ante os gastos no mesmo período de 2014.
A Ambev reportou um lucro líquido de R$ 2,766 bilhões no primeiro trimestre de 2016, valor que representa uma queda de 1,6% ante igual período do ano passado. Este resultado é o atribuído a participação dos controladores.
Já o lucro consolidado registrou recuo de 2,3% na mesma base de comparação, alcançando R$ 2,894 bilhões no primeiro trimestre. Em relatório de resultados divulgado há pouco, a administração da companhia também informou o lucro liquido ajustado a itens não recorrentes. No primeiro trimestre, o lucro ajustado somou R$ 2,900 bilhões, retração de 2,4%.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado consolidado subiu 3,8%, totalizando R$ 5,264 bilhões de janeiro a março.
Nos primeiros três meses do ano, a receita líquida da companhia somou R$ 11,565 bilhões, ganho de 7,4% na comparação anual.
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