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Palavra do Leitor Roberto Brenol Andrade


Palavra do Leitor

Artigo Notícia da edição impressa de 03/05/2016

Sonegação

A Afocefe, que reúne técnicos tributários da Receita do Estado, criou o chamado Sonegômetro, informando que, em 2015, ocorreu a sonegação de ICMS aqui no Rio Grande do Sul num total de R$ 7,8 bilhões; em 2016, até abril, já passou dos R$ 2,3 bilhões; não podemos esquecer de anos anteriores a 2015. ICMS é um imposto que toda a população, sem distinção, paga. Sabe-se ainda que o ICMS é um imposto estadual e é recolhido indiretamente através do comerciante para o governo, isto é, nos preços está embutido um percentual, o qual depois é repassado para o governo que transforma estes recursos em serviços públicos como educação, saúde etc. Quem sonega? Quem tem a obrigação de fazer o recolhimento ao Estado. Se não ocorresse a sonegação, o Estado do Rio Grande do Sul estaria em melhor situação, desde muito tempo, e os funcionários públicos não estariam recebendo seus salários de forma parcelada. (Sergio Oliveira, aposentado, Charqueadas/RS)
Dívida do Estado
Pelo que li na imprensa, o governador José Ivo Sartori (PMDB)que vá se preparando para acertar com a União uma renegociação da dívida do Estado. Ministros já disseram - com razão - que esse problema não é jurídico, mas político, eis que tudo foi assinado, foi um ato jurídico perfeito. Tem que pagar mesmo, com juros compostos, o que é feito sempre, em casos semelhantes, desde o Código de Hamurabi, antes de Cristo. Logo? (Samuel Valadares, Porto Alegre)
Auxílio-moradia
Pagar um salário-mínimo para os moradores de rua em Porto Alegre é a proposta de setores jurídicos federais. Beleza! Por que eles, os que propuseram esta bondade com o dinheiro público e que a Justiça deve mesmo conceder, não abrem mão de parte do seu auxílio-moradia (em torno de R$ 4,3 mil mensais) em prol dos que moram nas ruas? Seria mais justo, não? (Antonieta Tereza Funchs, Guaíba/RS)
Ciclovia
Fizeram uma ciclovia na orla de Ipanema, à beira do Guaíba. Até aí, tudo bem, é a grande moda em Porto Alegre. Porém, quem entra na rua Dea Coufal para chegar à beira do Guaíba, sem nenhum aviso, enfrenta não apenas tachões, como seria o padrão, mas blocos de cimento na divisória entre os veículos e a ciclovia. Desavisados, muitos motoristas, como eu, que não moro na Zona Sul, entrei naquela rua e senti os blocos de cimento baterem no carro na parte de baixo e nas rodas. Até atinar com o que estava se passando, meu carro ficou amassado. A Smov não poderia ter colocado os blocos de cimento da ciclovia um pouquinho mais para dentro da Dea Coufal? Não poderia ter colocado placa antes, na avenida principal de aceso a Ipanema, avisando das divisórias de cimento altas? (Márcia Kollig, Porto Alegre)
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