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Porto Alegre, quarta-feira, 11 de maio de 2016. Atualizado às 22h06.

Jornal do Comércio

JC Logística

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indústria automotiva

Notícia da edição impressa de 12/05/2016. Alterada em 11/05 às 18h28min

Anfavea defende PPE perene para montadoras

Fábricas precisam de previsibilidade e estabilidade para trabalhar, segundo o novo presidente da Anfavea

Fábricas precisam de previsibilidade e estabilidade para trabalhar, segundo o novo presidente da Anfavea


MAURÍCIO BENTO/BRAZIL PHOTO PRESS/FOLHAPRESS/JC
As montadoras querem que o governo, independentemente de quem seja - se Dilma Rousseff ou Michel Temer -, mantenha o Programa de Proteção ao Emprego (PPE) como medida "perene" para evitar mais demissões no setor. O programa, iniciado neste ano, permite a redução de jornada e salários dos trabalhadores em períodos de crise, mas a versão atual tem dois anos de validade, ou seja, até o fim de 2017.
"Defendemos que seja uma política perene, pois temos certeza de que vamos sair dessa situação atual de dificuldades, mas lá na frente pode ocorrer novamente", diz Antonio Megale, que assumiu a presidência da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) no final do mês passado, para uma gestão de três anos.
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