Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, domingo, 22 de maio de 2016. Atualizado às 22h49.

Jornal do Comércio

Empresas & Negócios

COMENTAR | CORRIGIR

serviços

Notícia da edição impressa de 23/05/2016. Alterada em 20/05 às 18h57min

Setor de beleza se adapta ao bolso

Com menos dinheiro no bolso, o consumidor está tendo de fazer opções também na hora de se cuidar, e, muitas vezes, a solução é trocar o cosmético predileto por marcas mais em conta, ou optar pelas nacionais em vez das importadas. Para conquistar esse cliente mais restritivo nas escolhas, o setor de beleza e higiene está fazendo de tudo: embalagens mais econômicas, segurar o repasse da alta dos custos e explorar novos nichos de produtos e canais de distribuição. Tudo para evitar outro ano de retração.
Em 2015, foi a primeira vez em 23 anos que houve queda no faturamento real da indústria de produtos de higiene pessoal e cosméticos. E, se não dá para deixar de lavar o cabelo, o que mais tem ocorrido é a escolha do produto pelo preço. "Com a busca intensa por preço, o consumidor está mais disposto a trocar sua marca de preferência por outras mais baratas, em um movimento que chamamos de trade down", explica Tatiane Vale, analista da Nielsen.
CONTINUE LENDO ESTA NOTÍCIA EM NOSSA EDIÇÃO PARA FOLHEAR
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia