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Artigo Notícia da edição impressa de 28/04/2016. Alterada em 27/04 às 21h07min

Um corpo que cai

Delegado Cleiton

Assistimos a um filme de faroeste em plena Zona Norte de Porto Alegre e precisamos rever o roteiro para, realmente, tirarmos algum proveito destas lamentáveis cenas. Guerra urbana é exatamente isso. Criminosos fortemente armados, enfrentando todo risco, cada vez mais audaciosos e destemidos. Polícia despreparada para tal enfrentamento com suas armas pouco potentes, precisando buscar discernimento e coragem para decidir entre o "eu ou ele", com a difícil avaliação do risco que colocaria todos ao redor da cena, mas buscando combater o crime.
O policial precisa se expor, se colocar à frente, pois ele é a autoridade, ele é o profissional, ele é o "mocinho", porém vai de peito aberto, na raça e coragem, enfrentar com as armas que tem, do jeito que pode, sem grandes aparatos ou retaguarda, simplesmente vai sem pensar. Precisa agir rápida e prontamente. As várias filmagens e comentários expõem a falta de consenso. Gritamos pedindo segurança pública, mas ao percebermos que do jeito que está precisaremos ser mais violentos que os criminosos, que deveremos usar as mesmas armas que eles estão usando, que deveremos ser tão destemidos e desprendidos quanto eles o são, reagimos com ponderações e julgamentos.
A morte choca, e nenhum policial a comete sem que esta seja a única e possível alternativa. O treinamento é intenso, mas quando a realidade se mostra mais cruel e perigosa, temos que regular toda descarga de adrenalina no corpo. Policial cumpre com seu dever, mas deve preservar sua vida. Nesta guerra urbana não podemos recuar. A força deve ser do Estado, do poder público, da sociedade sadia e produtiva.
Para não virarmos reféns, temos que enfrentá-los até que percebam que está havendo uma diminuição de força e poder, que voltem a respeitar a lei e quem luta para vê-las respeitadas, afinal temos que demonstrar quem manda nesta guerra urbana!
Vereador (PDT) em Porto Alegre
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