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Notícia da edição impressa de 18/04/2016. Alterada em 18/04 às 02h36min

O ocaso da dignidade e da honra

João Gomes Mariante

Os seres humanos que integram a geração contemporânea estão se desvestindo da púrpura que, entre outros ornamentos régios, simbolizam o culto à honestidade, à ética e à retilínea soberania dos magistrados. Não só aquela roupagem abandonada teve seu fim, como o destino da toga dos magistrados, felizmente em casos restritos, está palmilhado a mesma trilha. Os habitantes atuais do universo em que vivemos estão aposentando celeremente a dignidade, o proceder ético, a seriedade, a respeitabilidade, que se consubstanciaram numa conduta abominável de índole exterminadora, destinada a eliminar as conquistas mais diferenciadas da civilização, entre elas a moral e a ética, que, há um tempo, prevaleceram.
Encampamos a impressão de que a honra e o decoro desapareceram por completo do mapa espiritual da humanidade. A corrupção, a desonestidade, o fisiologismo atingiram cifras tão altas que se tornaram imanentes à condição de endemia nacional. A insidiosa enfermidade, resistente a qualquer medicação e ausente de uma postura ilibada e de compostura e, até mesmo, do sentimento de vergonha torna-se alarmante e deprimente, como jamais se presenciou.

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