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Artigo Notícia da edição impressa de 06/04/2016. Alterada em 05/04 às 21h35min

Marcas de Quem Decide, aula de gestão

Nadir Andreolla

O Caderno Marcas de Quem Decide (MDQD) é para ser mantido em local visível e acessível, como guia e fonte de inspiração para empreendedores e gestores empenhados em construir marcas de empresas vencedoras em tempos de mudança de época. A pesquisa, as entrevistas e os artigos são de gente que faz. São janelas abertas que nos permitem enxergar a realidade e os desafios do mundo dos negócios e lançam luzes sobre o futuro a ser construído desde agora com os materiais do presente. A visão externada por líderes e pensadores vai além do campo empresarial, levando em conta todo o espectro que cerca o ambiente de negócios, movido e transformado pelo contínuo e acelerado avanço da ciência e tecnologia, que desemboca na ânsia da humanidade de fazer do mundo um lugar melhor de se viver. O Caderno MDQD é um verdadeiro compêndio de gestão numa era de conhecimento relevante como bem destaca seu chamado. Há uma convergência de pensamento dos diversos conteúdos na direção da empresa competitiva, num cenário de turbulência pelo qual passa o Brasil e frente aos desafios do cenário internacional. Inovação e liderança empreendedora são temas de destaque, referidos como forças motrizes de mudança e sustentação de negócios e também de aplicação transversal em outras áreas do conhecimento científico e humano.
Analistas apontam que as empresas passam a ser cada vez mais agentes e protagonistas do desenvolvimento sustentável, centrado no ser humano. Estas, para serem competitivas dependem de um ambiente competitivo, o qual passa por um ordenamento e equilíbrio econômico, político e social. É preciso resolver de vez as grandes questões nacionais: equilíbrio fiscal do governo; reforma política com maior flexibilização do sistema de governo; mudança do sistema federativo pelo princípio da subsidiariedade, dando maior autonomia na base onde é gerada a riqueza; reforma tributária que diminua o peso relativo das alíquotas e favorece maior volume de arrecadação; reforma previdenciária para eliminação do déficit crônico, entre outras. No contexto interior das empresas há referências no sentido de centrar a gestão nas pessoas, mais do que nos recursos físicos. É importante também estar atento à entropia empresarial, semelhante ao fenômeno físico, em que o estado natural de qualquer coisa é a desordem e que esta deve ser monitorada por uma liderança forte, que a transforme em energia criativa, do tipo empreendedorismo disruptivo. Como diz Zigmunt Bauman, "a crise é o estado normal da sociedade humana". Destaque à inclusão da responsabilidade social como categoria especial, o que nos remete para o conceito de sustentabilidade empresarial, entendida não somente como perenidade, mas acima de tudo como comprometimento para a transformação social, particularmente da comunidade em que se insere. No contexto macro de gestão, há referências à salutar estratégia de governança global, que faça sentar à mesma mesa empreendedores, sociedade e governo para pensar e construir soluções conjuntas à altura das aspirações humanas. Parabéns ao Jornal do Comércio pelo rico aprendizado que seu Caderno MDQD nos propicia.
Administrador e consultor de empresas
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