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TRAGÉDIA Notícia da edição impressa de 27/04/2016. Alterada em 26/04 às 21h44min

Ucrânia lembra os 30 anos do desastre nuclear de Chernobyl

ANATOLII STEPANOV/AFP/JC
Flores foram depositadas sobre local que lembra as vítimas da tragédia

Com flores, velas e lágrimas, a Ucrânia marcou ontem o 30º aniversário da explosão de um reator da usina de Chernobyl, o pior desastre nuclear da história, em 1986. Vários sobreviventes disseram que o caos daquele período ficou marcado na memória para sempre. Em Slavutych, onde foram realocados muitos dos ex-funcionários, foram realizadas várias cerimônias ontem.
Cerca de 600 mil pessoas foram enviadas para lutar contra o fogo e limpar a pior parte da contaminação. A explosão inicial do reator matou ao menos 30 pessoas e expôs milhões a um nível perigoso de radiação. O número final de mortos é controverso, já que é difícil calcular exatamente quantos foram os afetados no longo prazo. O número de óbitos varia desde os 9 mil estimados pela Organização Mundial de Saúde até os 90 mil calculados pelo Greenpeace.
Trinta anos depois, muitos não conseguiram conter as lágrimas ao levar flores e velas a um monumento dedicado aos trabalhadores mortos. "Estou orgulhoso daqueles homens que estiveram aqui comigo e que agora já não estão aqui", comentou Andry Veprev, que trabalhou na usina durante 14 anos e ajudou a limpar a contaminação.

Escudo gigante irá proteger reator da antiga usina e impedir novos acidentes


Em um canteiro de obras montado ao lado do reator número 4 da antiga usina de Chernobyl, uma espécie de escudo gigante feito de aço, construído a partir de um projeto de colaboração e financiamento internacional, está sendo finalizado. Trata-se da maior estrutura móvel do mundo, com 108 metros de altura, 250 metros de largura e 150 metros de comprimento.
A dimensão equivale a um prédio de 36 andares e com área onde caberiam pelo menos três campos de futebol. Já são quatro anos de trabalho para criar a estrutura, que deve ser movida sobre o reator em novembro.
Em relatório divulgado neste mês, o Greenpeace criticou não só os altos custos do projeto - mais de ¤ 2 bilhões - e a demora em concluí-lo, mas, principalmente, o fato de que, até agora, quase nada foi feito em busca de solução de longo prazo para tornar o reator danificado em um sistema ambientalmente seguro.
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