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Equador Notícia da edição impressa de 18/04/2016. Alterada em 17/04 às 23h58min

Equador registra pior tremor dos últimos anos

JUAN CEVALLOS/AFP/JC
Na capital, abalo durou cerca de 40 segundos

Um forte terremoto de 7,8 graus atingiu a Costa Central do Equador sábado, matando pelo menos 246 pessoas, deixando mais de 1.500 feridos e espalhando pânico inclusive na capital Quito - distante 170 quilômetros do epicentro -, com o desabamento de casas e tremores sentidos em edifícios.
O Serviço Geológico dos Estados Unidos informou que o terremoto, o mais forte no Equador desde 1979, teve seu epicentro no mar, a 22 quilômetros de Muisne (a 394 quilômetros da capital Quito), na província de Esmeraldas, às 18h58min locais (20h58min em Brasília), a 19,2 quilômetros de profundidade. Vários abalos secundários, alguns que chegaram a 5,6 graus, continuaram na primeira hora após o tremor principal.
O total de vítimas surpreende em uma comparação com o sismo de magnitude 8,2 que atingiu o Chile há dois anos, matando apenas seis pessoas. O fato de haver mais vítimas e danos materiais no Equador, pode ser atribuído às regras menos rigorosas de construção de edifícios e pontes.
O vice-presidente Jorge Glas disse, em um discurso televisionado, que houve mortos nas cidades de Manta, Portoviejo e Guayaquil. Entre os mortos estava o motorista de um carro esmagado por um viaduto que cedeu em Guayaquil, a cidade mais populosa do país e que fica a centenas de quilômetros do epicentro. O aeroporto internacional de Guayaquil foi fechado por conta de falta de comunicação.
Em mídias sociais, residentes compartilharam fotos de casas que desmoronaram, além do desabamento do telhado de um centro comercial e prateleiras dos supermercados tremendo violentamente. Em Manta, o aeroporto foi fechado após a torre de controle sofrer danos graves.
O presidente do Equador, Rafael Correa, estava no Vaticano para participar de uma conferência, mas decidiu voltar ao país por causa da emergência. Ao chegar, decretou estado de exceção em todo o país "para garantir a ordem pública".
O Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico advertiu que ondas de tsunami perigosas podem aparecer em algumas costas. O governo não tinha emitido um alerta, mas Glas pediu aos moradores ao longo da costa para se deslocarem para um local mais alto, e cidades perto do epicentro também estavam sendo evacuadas como medida de precaução.
Na capital, o tremor foi sentido por cerca de 40 segundos e as pessoas fugiram para as ruas com medo. O tremor provocou o corte da eletricidade e a queda da cobertura de celular em vários bairros da capital.
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