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Repórter Brasília Edgar Lisboa


Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 28/04/2016

Vendedores de história

O PT, que até a votação da admissibilidade da denúncia contra a presidente Dilma Rousseff (PT) no Senado é governo, entrou no jogo das obstruções. A bancada anunciou que vai obstruir até que o Supremo Tribunal Federal julgue e o pedido de afastamento de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da presidência da Câmara. O partido é só mais um que toma essa decisão, como explicou o deputado federal gaúcho Paulo Pimenta (PT). "Os líderes do PSDB, do PPS e do DEM foram à tribuna e anunciaram ao Brasil que entravam em obstrução, porque Eduardo Cunha não reunia condições política, éticas, morais e jurídicas para presidir a Câmara. Cinco dias depois, quando Eduardo Cunha percebe que não tinha os votos necessários no Conselho de Ética para ser absolvido, para se safar do processo, abre o processo de impeachment e os partidos de oposição, naquele momento corajosos, naquele momento fazendo o discurso pela ética, venderam a sua conduta, venderam as suas histórias em troca do impeachment", afirmou.
Sinal mal-educado
O deputado federal gaúcho Henrique Fontana (PT) chegou a convidar o PSDB para obstruir as sessões. "Nós gostaríamos de ter a parceria do PSDB para obstruir. Nós estamos obstruindo porque não queremos mais fazer sessão dirigida por um ladrão, por um corrupto. O País está paralisado há 1 ano e meio por conta dessa aventura de desrespeitar o resultado da eleição", afirmou. O anúncio, feito repetidamente por petistas, chegou a um ponto baixo. "Um dos deputados que têm uma postura provocadora, daquela que quer gerar violência no plenário, a quem eu não responderei, me faz um sinal mal-educado de que eu estaria falando aqui em nome de quem rouba dinheiro público. Esse deputado não tem coragem, inclusive, de ocupar a tribuna para dizer aquilo que ele cochicha ali embaixo, de forma covarde", relatou o deputado Fontana.
Limite de gastos
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal aprovou proposta de emenda à Constituição que limita a despesa anual dos legislativos estaduais ao que foi gasto em 2013. O repasse de recursos superior a esse limite, bem como a realização de despesa acima dele, passa a constituir crime de responsabilidade. As assembleias estaduais gastaram em 2013 R$ 9,4 bilhões, enquanto o Parlamento europeu, que funciona em três cidades diferentes e obrigatoriamente tem que traduzir todos os documentos para 24 línguas, gastou o equivalente a R$ 5,7 bilhões.
 
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