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Repórter Brasília Edgar Lisboa


Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 22/04/2016

Bate a dor de cabeça

O clima de ressaca na Câmara dos Deputados após o impeachment cada vez mais se assemelha às manhãs pós-bebedeira. Após a votação do impedimento da presidente Dilma Rousseff (PT), o presidente Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi desobrigado a responder questionamentos do Conselho de Ética sobre fatos apurados na Operação Lava Jato. A decisão veio do vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA). Cunha faz de tudo para escapar da cassação, que parece cada vez mais distante. Até o vice-presidente Michel Temer (PMDB) será um alvo. A abertura do processo de impeachment de Temer depende das declarações dele. Se alguma for desfavorável a Cunha, abre-se o processo.
Em marcha lenta
A velocidade do processo de impeachment na Câmara não vai se repetir no Senado. O presidente, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou que "o Senado não pode atropelar prazos, nem deve fazer isso perante a História". Renan ainda afirmou que o ritmo será ditado pela comissão que analisará o impedimento da presidente Dilma Rousseff e que todas as questões relativas ao processo terão que ser dirigidas ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski. A declaração de Renan é uma resposta ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Ele afirmou que haverá uma paralisia no Congresso até o Senado decidir se a presidente Dilma será ou não afastada do cargo.
Busca de consenso
Após ser indicada para fazer parte da comissão, a senadora Ana Amélia (PP) conversou com os senadores Omar Aziz (PSD-AM), Aécio Neves (PSDB-MG), Cassio Cunha Lima (PSDB-PB), Eunício Oliveira (PMDB-CE), Romero Jucá (PMDB-RR) e José Agripino (DEM-RN) para tratar da escolha do relator. "Confirmei a minha disposição de colaborar para que a escolha do relator e presidente da comissão seja fruto de um entendimento entre os blocos, independentemente de quais senadores sejam escolhidos. Estou agindo com a responsabilidade que o momento exige", disse. Ana Amélia é cotada para relatar o processo.
Crime hediondo
O voto do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) no impeachment causou constrangimento até entre os favoráveis ao afastamento de Dilma. Bolsonaro dedicou o voto ao ex-coronel Carlos Brilhante Ustra. "Eu, modestamente, dei a minha contribuição em favor da democratização do País. No domingo, ouvi o voto do deputado Jair Bolsonaro. Ele não poderia ter feito apologia, em hipótese alguma, ao fim da democracia, em defesa da tortura, que é um crime hediondo. Foi profundamente lamentável esse episódio. E o deputado fez mais: defendeu de forma intransigente um militar que era considerado o rei da tortura", disse Darcísio Perondi (PMDB).
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