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Notícia da edição impressa de 25/04/2016. Alterada em 24/04 às 22h12min

Na crise, Distressed Assets podem ser uma saída

Nilton Silva

Com a deterioração da economia brasileira nos últimos meses, o crédito tem ficado cada vez mais escasso, fazendo com que grande parte das empresas não atinjam o rating necessário para captar dinheiro. Isso tem criado uma verdadeira tempestade para as empresas brasileiras, que, após uma euforia de consumo e crescimento econômico, se deparam com um cenário desafiador de baixo consumo, inflação em alta e juros impeditivos de 14,15% ao ano. A redução nas vendas impede ou dificulta o pagamento de compromissos financeiros assumidos pelas companhias nos últimos anos, logo o índice de inadimplência tem chegado a números similares aos da crise de 2008, levando empresas de diversos setores a solicitaram Recuperação Judicial ou Falência.
Em meio a este panorama, crescem, cada vez mais, no mercado financeiro, fundos que investem em distressed assets, os quais na verdade são fundos especializados em comprar ativos e empresas que estão em crise. Esses fundos compram companhias com sérios problemas de endividamento, inclusive as que estão em processo de recuperação judicial. O foco está na renegociação e alongamento de dívidas, proteção do caixa e melhora na performance operacional. Além de buscar melhorar a saúde financeira, a credibilidade de um novo plano para enfrentar a crise pode trazer novo acesso a financiamentos. Consequentemente, acrescentam valor às empresas em dificuldades, contribuindo efetivamente para a sua recuperação, para no futuro revenderem as participações com um bom lucro. Seus investimentos mantêm as empresas vivas, buscando aumento de receita, controle de custos, ataque ao desperdício e austeridade total.

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