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Editorial Notícia da edição impressa de 09/03/2016. Alterada em 08/03 às 21h17min

A marca é o valor indelével de uma empresa

O Jornal do Comércio e QualiData Pesquisa e Conhecimento Estratégico divulgaram nesta terça-feira as marcas mais lembradas e as preferidas, na 18ª edição do Marcas de Quem Decide, no Centro de Eventos Plaza São Rafael. O levantamento, feito a partir de centenas de entrevistas com empresários, executivos e profissionais liberais, identifica as cinco principais marcas de 100 diferentes setores, a maior marca gaúcha e a empresa reconhecida pela preservação do meio ambiente.
Trata-se do mais abrangente indicador de lembrança e de preferência de marcas realizado no Rio Grande do Sul. É o único estudo que investiga simultaneamente os níveis de lembrança e de preferência de marcas de diferentes setores da indústria, do comércio e de entidades. A pesquisa revela o pensamento e o comportamento de compra de um público economicamente qualificado e com alto poder de influência e de decisão.
As entrevistas foram realizadas pela Qualidata no final de 2015 e no mês de janeiro, em dezenas de municípios gaúchos. Os entrevistados foram escolhidos em sorteio aleatório e convidados a participar da pesquisa com respostas espontâneas. O intervalo de confiança da pesquisa é de 95%, com margem de erro de 4,5% para mais ou para menos.
O projeto é desenvolvido desde 1998 em parceria entre o Jornal do Comércio e a QualiData. Para cada edição, a empresa de pesquisa mobiliza uma equipe de profissionais com dedicação exclusiva ao planejamento, desenvolvimento de sistemas, coleta de dados, supervisão, fiscalização, processamento, análise e administração de todo o processo. O Jornal do Comércio publicará um caderno de cobertura da pesquisa, em cores e papel especial, na edição de 28 de março, uma segunda-feira. A marca é o valor indelével e personalizado de uma empresa, um produto ou de um serviço, público ou privado, prestado de maneira permanente por uma organização.
A tecnologia está atropelando as pessoas diariamente. No Brasil em que ter um telefone, até os anos de 1980, era um martírio, hoje existem 285 milhões de celulares e as pessoas julgam os aparelhos algo indispensável, mesmo quando estão atravessando a rua. Pois, há algumas décadas, quando se buscava um refrigerador, por exemplo, em uma boa loja do ramo de eletrodomésticos se pedia uma "Frigidaire". Na realidade, era uma marca, consagrada em vários países, como geladeira. Os homens não pediam uma lâmina de barbear descartável, mas uma "Gillette". No Nordeste do Brasil, Kodak era sinônimo de máquina fotográfica.
Marcas podem valer bilhões de reais, dólares ou euros, mas são valores intangíveis. Valem como? Se formos comprar agora a Microsoft, ainda exuberante, com certeza que a empresa só mudará de controle por muitas centenas de milhões de dólares, talvez por US$ 1 trilhão. Mas tivemos marcas que não resistiram ao passar das crises e dos tempos, somando-se a isso uma concorrência feroz.
A Pan American (Panam) foi o símbolo da aviação mundial, mas atentado terrorista desumano que derrubou um Boeing 747 na Europa precipitou a fuga dos passageiros para outras empresas. No Brasil, a Varig foi, por mais de 70 anos, a marca preferida dos que viajavam de avião, fosse no País, na América Latina, para os Estados Unidos ou Europa e mesmo ao longínquo Japão. Em Porto Alegre, quantas marcas ou nomes de empresas povoaram a nossa mente durante décadas? Foram cinemas, relojoarias, lojas de roupas, de ferragens, restaurantes, bares e cafés. Marca lembrada ou preferida, então, é tudo.
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