Porto Alegre, segunda-feira, 07 de março de 2016. Atualizado às 22h40.
PREVISÃO DO TEMPO
PORTO ALEGRE AMANHÃ
AGORA
22°C
30°C
19°C
previsão do tempo
COTAÇÃO DO DÓLAR
em R$ Compra Venda Variação
Comercial 3,7940 3,7960 0,93%
Turismo/SP 3,6500 3,9500 2,06%
Paralelo/SP 3,6500 3,9500 2,06%
mais indicadores
Página Inicial | Opinião | Economia | Política | Geral | Internacional | Esportes | Cadernos | Colunas | GeraçãoE
ASSINE  |   ANUNCIE  |   ATENDIMENTO ONLINE
COMENTAR CORRIGIR ENVIAR imprimir IMPRIMIR

Artigo Notícia da edição impressa de 08/03/2016. Alterada em 07/03 às 19h44min

Por que apostar na educação?

Conceição Maria Rocha

Está provado: países sob domínio de potências ou fragilizadas por lutas internas, quando recobram autonomia, apostam na educação, como único caminho, para seu reerguimento moral, econômico e social: levam a Pátria no peito! Com efeito, apostar na educação é desafio para quem tem grandeza, no pensar e no agir. Por quê? Porque este apostador é capaz de se colocar no lugar do outro (sinal de humildade) e contribui para que o outro possa crescer, avançar e ter condições de vencer os desafios, que a própria vida lhe apresentará... Houve um homem público MAS, acima de tudo, digno do título Estadista, que apostou todas as fichas (que dispunha), na Educação. E como trabalhou!
Este "homem de bem" provou que, para levar conhecimento, dar condições de aprendizagem, não precisava fazer negociatas com empreiteiras, nem construir escolas monumentais. Não, valeu-se, tão somente. Da madeira: construiu, aqui, ali, acolá, escolinhas de madeira! A escola, em si, era muito simples (como prédio), mas funcionava a todo vapor, levando conhecimento a todos, indistintamente, com merenda escolar, de boa qualidade. E mais, os pais: identificavam-se com o esforço do prefeito, apoiavam a escola, como se fosse prolongamento da sua casa. Não havia depredação, arrombamento, invasão, porque todos cuidavam de tudo, como algo comum a ser preservado e defendido.
Cumpre acrescentar, porém, que naquela época não havia sindicato gerenciando calendário de greves (anuais) do magistério. De igual forma, a ideologia, a política partidária, não encontravam eco e acolhida, na sala de aula! Predominava o processo ensino-aprendizagem, no mais puro sentido de ser... Minha gente, isto é verdade! Ah, o nome do estadista: engenheiro Leonel de Moura Brizola!
Professora
COMENTÁRIOS


DEIXE SEU COMENTÁRIO CORRIGIR ENVIAR imprimir IMPRIMIR
LEIA TAMBÉM
Opinião econômica: Lições de 30 anos Segurança pede socorro, e LRF pode ser prejudicada
A crise da segurança pública que tem assustado os gaúchos, sobretudo nos últimos meses, representa também uma sinuca de bico para o governador José Ivo Sartori Sartori
O empreendedorismo e as franquias Opinião econômica: O estagiário

 EDIÇÃO IMPRESSA

Clique aqui
para ler a edição
do dia e edições
anteriores
do JC.


 
para folhear | modo texto
» Corrigir
Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.
Nome:
Email:
Mensagem:
» Indique esta matéria
[FECHAR]
Para enviar essa página a um amigo(a), preencha os campos abaixo:
De:
Email:
Amigo:
Email:
Mensagem:
 
» Comente esta notícia
[FECHAR]
  Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.  
  Nome:  
  Email:    
  Cidade:    
  Comentário:    
500 caracteres restantes
 
Autorizo a publicação deste comentário na edição impressa.
 
Digite o resultado
da operação matemática
neste campo