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relações internacionais 23/03/2016 - 12h38min. Alterada em 23/03 às 12h38min

Obama é recebido por Mauricio Macri em primeiro dia de visita à Argentina

NATACHA PISARENKO/POOL/AFP/JC
Obama e Mauricio Macri participam de reunião fechada na Casa Rosada

Folhapress

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, chegou no fim da manhã desta quarta-feira (23) na Casa Rosada, em Buenos Aires, para seu primeiro compromisso oficial na Argentina.
Obama se deslocou de carro desde a embaixada americana, onde está hospedado, até a sede do Executivo argentino. O trajeto de cerca de sete quilômetros foi acompanhado por centenas de argentinos que se aglomeraram nas ruas da capital para acompanhar a comitiva do presidente americano.
Na Casa Rosada, Obama foi recebido pelo presidente Mauricio Macri. Eles posaram para fotos e seguiram para uma reunião fechada. À tarde, o americano se encontrará com jovens argentinos para uma conversa e, na sequência, participará de um jantar oferecido por Macri para cerca de 400 pessoas no Centro Cultural Néstor Kirchner.
No início desta manhã, a ministra de Relações Exteriores argentina, Susana Malcorra, e o embaixador americano, Noah Mamet, assinaram acordos bilaterais nas áreas de segurança e comércio.
Essa é a primeira visita oficial de um presidente dos EUA à Argentina desde 1997, quando Bill Clinton se encontrou com Carlos Menem. George W. Bush esteve no país em 2005, mas para uma reunião de cúpula.
A visita oficial de Obama marca a reaproximação dos Estados Unidos e da Argentina, que haviam se afastado nos últimos oito anos durante os mandatos de Cristina Kirchner. Na semana passada, em entrevista a um programa de TV do canal americano CNN, Obama afirmou que tinha uma relação cordial com Cristina, mas que as políticas da argentina eram "sempre anti-estadunidenses".
Desde que Mauricio Macri assumiu a presidência, em dezembro do ano passado, o governo de Obama vem elogiando as novas medidas adotadas pelo país. Há 15 anos, existe um forte sentimento contra os Estados Unidos na Argentina, pois parte da população culpa o país e o FMI pela crise de 2001.
Nos últimos anos, porém, a imagem dos EUA vem melhorando. Hoje, 45% dos argentinos tem uma boa imagem do país e 18%, uma ruim. Em 2008, 29% viam os EUA de forma positiva e 32% de forma negativa.
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