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Síria Notícia da edição impressa de 15/03/2016. Alterada em 14/03 às 20h26min

Rússia inicia hoje retirada de tropas militares

SALVADORE DI NOLFI/AFP/JC
Jaafari classificou reunião em Genebra como 'positiva e construtiva'

O presidente russo, Vladimir Putin, informou que vai iniciar uma retirada militar da Síria a partir de hoje, cinco meses depois de iniciar uma ofensiva em defesa do governo de Bashar al-Assad. Putin afirmou que a presença militar russa no país cumpriu seus objetivos e "criou as condições para o início do processo de paz".
"Com a participação da Rússia, as forças armadas da Síria e as forças patrióticas da Síria foram capazes de alcançar uma reviravolta fundamental na guerra contra o terrorismo internacional", disse o presidente. A retirada russa, no entanto, não será total. Duas bases russas, uma aérea (em Latakia) e uma naval (em Tartous), vão continuar operando. Putin não informou uma data limite para a retirada de suas forças, nem a quantidade de homens que continuarão envolvidos.
O porta-voz do Kremlin Dmitry Peskov disse que o presidente russo telefonou a Assad para informar da decisão. Ontem, em declaração, a presidência da Síria afirmou que acordou com a Rússia uma redução da presença aérea no país, após ganhos militares do governo sírio. O acordo, segundo Damasco, está em linha com "a continuidade da cessação de hostilidades e de acordo com a situação em terra". Apesar da retirada parcial de Putin, a Rússia prometeu continuar apoiando a Síria no "combate ao terrorismo", informou o gabinete de Assad.
A primeira reunião entre representantes do governo da Síria e o enviado da Organização das Nações Unidas (ONU), Staffan de Mistura, que lidera a iniciativa diplomática para acabar com a guerra, fez progressos, disseram ambos os lados, marcando o início formal das negociações.
A reunião, que na maior parte discutiu questões processuais, foi "positiva e construtiva" e lançou as bases para discussões mais substantivas, declarou Bashar al-Jaafari, enviado da Síria à ONU e chefe da delegação do governo em Genebra, na Suíça.
Segundo Staffan, as tratativas de ontem foram o início de três rodadas de negociações que ele espera que resultem em "um roteiro claro" para um novo governo na Síria. Durante dez dias, ele irá alternar reuniões diárias com as delegações do governo e da oposição.
 
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