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Segurança Pública 04/03/2016 - 18h51min. Alterada em 05/03 às 08h46min

Policiamento ostensivo caiu quase 30% no 2º semestre de 2015 no Estado

FREDY VIEIRA/JC
Policiamento ostensivo foi um dos mais prejudicados

Isabella Sander

Enquanto o governo gaúcho vangloria-se de ter feito mais "grandes operações policiais" em fevereiro, as estatísticas oficiais revelam que a herança do passado recente é bem adversa. As ações policiais em diversos segmentos (policiamento a investigações) despencaram em até 30% no segundo semestre de 2015 frente ao mesmo período de 2014.
Os números disponíveis na edição do Diário Oficial do Estado (DOE) de 1 de março assinalam que o policiamento ostensivo nas ruas despencou 29,3%, 30% em ambientes de diversão pública e outros 26,8% nos estabelecimentos de ensino. A quantidade prisões em flagrante feitas pela Brigada Militar (BM) caiu 28%. As inspeções de locais tiveram recuo de 26,3%. 
A Polícia Civil fez 21,6% menos flagrantes e instaurou 14,5% menos inquéritos, cujas vítimas eram mulheres. O motivo para isso, conforme o presidente do Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores de Polícia (Ugeirm), Isaac Ortiz, foi a falta de 2,5 mil policiais militares e 650 policiais civis no quadro da corporação.
“Ainda por cima, estamos há dois meses sem receber diárias e horas extras. Agora, parece que conseguiram dinheiro para nos pagar. Que bom, mas é preciso entender que, quando um policial vai fazer uma operação, precisa estar com a vida tranquila, sem preocupações com seu aluguel”, destaca Ortiz. O Estado deve R$ 1 milhão em horas extras, relativas a janeiro e fevereiro. Os policiais civis anunciaram, na quarta-feira, início de uma operação padrão.
Nesta quinta-feira (3), o governador José Ivo Sartori e o secretário estadual de Segurança Pública, Wantuir Jacini, sustentaram que  houve aumento de operações em fevereiro. Sartori afirmou que, diante das limitações de orçamento, a ordem é "faça mais com menos". 
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