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Energia Notícia da edição impressa de 04/03/2016. Alterada em 03/03 às 21h49min

Stemac registra redução na comercialização de grupos geradores

JONATHAN HECKLER/JC
Apesar da queda nas vendas, consultas seguem em alta, diz Buneder

Se nos últimos anos as vendas de grupos geradores da Stemac foram aquecidas pela instabilidade do fornecimento de energia (causada por demandas elevadas devido ao calor), agora, com a diminuição do consumo de eletricidade, motivada pela crise econômica e temperaturas mais amenas, há uma retração. O presidente da empresa, Jorge Luiz Buneder, estima em cerca de 15% a queda de vendas, em relação a 2015.
No entanto, o executivo salienta que o nível de consultas continua alto. "Isso significa que as pessoas estão aguardando o momento mais favorável para tomar a decisão", argumenta. Além do aproveitamento dos geradores em casos de falta de luz, o empresário afirma que os equipamentos podem ser usados no horário de ponta (de maior consumo, em que a energia torna-se mais cara), possibilitando uma diminuição de aproximadamente 25% no custo da eletricidade.
Buneder foi um dos palestrantes do painel Agas em Foco - Cenários e oportunidades para a redução de custos com energia, promovido nessa quinta-feira, pela Associação Gaúcha de Supermercados, no Ritter Hotel, em Porto Alegre. O dirigente ressalta que o segmento supermercadista necessita ter uma fonte de energia emergencial devido à questão de segurança e por causa da conservação de produtos refrigerados. Também são clientes costumeiros da Stemac algumas indústrias, clínicas, escritórios etc. Os valores dos geradores iniciam na faixa de R$ 30 mil e, com o aumento da potência, chegam até R$ 700 mil. A Stemac tem capacidade para produzir em torno de 1 mil equipamentos ao mês.
O diretor executivo da Ludfor Consultoria em Energia, Douglas Ludwig, frisa que é fundamental as empresas contarem com os geradores para ter confiabilidade quanto ao fornecimento de energia. Sobre o corte de custos, o analista cita ainda a possibilidade da migração para o mercado livre (formado por grandes consumidores, que podem escolher de quem vão comprar a eletricidade). Ludwig diz que, atualmente, esse ambiente apresenta preços atrativos, em relação aos praticados pelas distribuidoras de energia que atendem ao chamado cliente ativo. O integrante da Ludfor calcula uma economia entre 25% e 30% para quem adota essa atitude. Atualmente, 331 companhias gaúchas são consumidores livres, sendo que 225 delas encontram-se na área de abrangência da RGE, 58 na da AES Sul e 48 na da CEEE-D.
Outro participante do evento realizado pela Agas foi o conselheiro do grupo temático de energia da Fiergs e diretor da Siclo Consultoria em Energia, Paulo Milano. O consultor salientou que o panorama do setor elétrico nacional mudou muito nos últimos meses. "Há um ano, tivemos uma ameaça quase que iminente de racionamento, hoje não há a menor perspectiva disso", indica.
Milano projeta que não haverá bandeira vermelha nas contas de luz dos brasileiros (medida que onera as tarifas quando gerações mais caras são ativadas, como é o caso das termelétricas), pelo menos, até o mês de julho. Porém, o diretor da Siclo adverte que a imposição da bandeira precisa ser submetida a critérios técnicos e não pode ser motivada por alguma questão política.
 
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