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Energia Notícia da edição impressa de 31/03/2016. Alterada em 30/03 às 19h25min

Com xisto, Braskem depende menos da Petrobras

MARCELO G. RIBEIRO/JC
BRASKEM EVENTO DE INAUGURAÇÃO DE SUA PLANTA DE BUTADIENO (MATÉRIA-PRIMA PARA PRODUÇÃO DE BORRACHAS, ESPECIALMENTE DE PNEUS), NA FOTO: INSTALAÇÕES DA BRASKEN

Por 34 meses, a Braskem viveu uma queda de braço com a Petrobras, sua principal fornecedora e segunda maior acionista. A petroquímica tentava um acordo de longo prazo para o fornecimento de nafta - principal matéria-prima para o eteno, básico da cadeia do plástico. A batalha terminou em dezembro, mas com um acordo para cinco anos. Cerca de 75% do custo de produção do eteno, petroquímico que é a base da cadeia do plástico, vem da nafta.
Para reduzir sua dependência do insumo - e, consequentemente, da própria Petrobras, que fornece 70% de toda a demanda da petroquímica -, a Braskem decidiu diversificar: acaba de fechar um acordo para importar dos Estados Unidos o shale gas, o chamado gás de xisto, que revolucionou a indústria global porderrubar os custos de produção.

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