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Governo do Estado Notícia da edição impressa de 05/02/2016. Alterada em 04/02 às 22h37min

Sartori responde a críticas do presidente do TJ

GUERREIRO/AGÊNCIA ALRS/JC
Declaração do peemedebista ocorreu após solenidade com a presidente da Assembleia, Silvana Covatti

O governador José Ivo Sartori (PMDB) rebateu, nesta quinta-feira, as críticas do presidente do Tribunal de Justiça (TJ) do Rio Grande do Sul, desembargador Luiz Felipe Silveira Difini, citando frases que atribuiu ao físico Albert Einstein. Sartori fez a declaração depois de entregar uma mensagem de início de ano à chefe do Legislativo, deputada estadual Silvana Covatti (PP).
Na cerimônia de posse no Judiciário, na quarta-feira, Difini não só criticou o uso dos depósitos judiciais pelo Executivo, como também avisou que pretende cobrar o valor utilizado pelo governo, planejando junto com o Palácio Piratini um calendário de longo prazo para o pagamento desses valores.
Em 2015, o limite para sacar valores dos depósitos foi ampliado de 85% para 95% o que rendeu cerca de R$ 1 bilhão aos cofres do Estado, que foram utilizados para pagar a folha do funcionalismo público. O valor total de uso dos depósitos judiciais pelo Palácio Piratini gira em torno de R$ 10 bilhões desde que o expediente passou a ser utilizado, no governo de Germano Rigotto (PMDB, 2003-2006).
Além disso, o desembargador criticou a atual administração, dizendo que "crise não é programa de governo". E, apesar de garantir que o Judiciário vai manter a postura solidária ao Executivo, Difini declarou que "o Poder que recebe menos de 5% do orçamento estadual não é responsável nem tem meios de solucionar essa crise".
Ao responder a esta crítica, Sartori sacou um papel do bolso e leu o excerto atribuído a Einstein. "Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez por todas com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la", diz uma parte do texto. O governador complementou afirmando que "a crise não pertence apenas ao governo do Estado do Rio Grande do Sul".
Antecessor de Difini, o desembargador José Aquino Flôres de Camargo também fez críticas ao governo, no final do ano passado, condenando o fato de os servidores terem de se submeter a empréstimo para garantir o pagamento do décimo terceiro salário.
Quanto ao cronograma de pagamento dos depósitos judiciais, o secretário adjunto da Fazenda, Luís Antônio Bins, emitiu uma nota na quinta-feira à tarde, na qual avalia que "a pasta não tem condições de estabelecer qualquer cronograma para recompor os valores sacados nos depósitos judiciais ao longo dos últimos anos enquanto o Estado não alcançar o estágio de pleno equilíbrio fiscal".
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