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negociação salarial Notícia da edição impressa de 04/02/2016. Alterada em 03/02 às 22h29min

Piratini promete enviar proposta de piso regional na próxima semana

Assessoria CTB-RS/DIVULGAÇÃO/JC
Prazo foi confirmado pelo chefe da Casa Civil, Márcio Biolchi (c), aos representantes das centrais sindicais

Marcus Meneghetti

Depois de se reunir, ontem de manhã, com representantes das centrais sindicais que realizaram um protesto em frente ao Palácio Piratini , o chefe da Casa Civil, Márcio Biolchi (PMDB), disse que o governo pretende enviar o projeto de reajuste do salário-mínimo regional até a próxima semana à Assembleia Legislativa. "Assumimos o compromisso de apresentar, até o final da semana que vem, a proposta que o governo achar possível. Não chegamos a discutir o índice (de reajuste) na reunião. Estamos mais preocupados com o prazo, porque a data-base do salário-mínimo regional é 1 de fevereiro", falou Biolchi depois de prestigiar a cerimônia de posse da presidente do Parlamento estadual, deputada Silvana Covatti (PP), ontem à tarde.
Desde novembro de 2015, o governo secretarias do Planejamento, do Trabalho, e do Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia coordenou três reuniões entre sindicalistas e empresários para tentar um consenso em torno do índice de reajuste. Entretanto, não foi possível.
Os trabalhadores pedem 11,68% de reajuste, baseado no cálculo da inflação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Segundo o presidente da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Guiomar Vidor, esse percentual garante que o piso regional corresponda a 1,28 salário-mínimo nacional.
De outro lado, os empresários defendem o reajuste zero, por conta do recesso na economia. Uma das alternativas cogitadas pelo governo, como uma espécie de meio termo, é a reposição da inflação descontado o crescimento negativo do PIB gaúcho, o que corresponderia a um reajuste de 9%. 
"Nas reuniões, tentamos chegar a uma proposta mais equilibrada. Afinal, estávamos diante de dois pedidos extremos, um mínimo e outro máximo. Gostaríamos de ter chegado a um denominador comum. Mas, como não chegamos, as três secretarias que estiveram envolvidas vão apresentar o estudo com o índice que será encaminhado à Assembleia", projetou o chefe da Casa Civil.
Vidor garantiu que as entidades sindicais vão continuar reivindicando o mesmo percentual. "Se o governo não conceder o que estamos pedindo, vamos dialogar com os deputados na Assembleia Legislativa para tentar uma emenda que garanta o nosso índice", disse o presidente da CTB.
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