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Artigo Notícia da edição impressa de 19/02/2016. Alterada em 18/02 às 21h07min

A desindustrialização do Brasil

Günther Staub

A crise econômica atual começou a ser produzida lá atrás, no início dos anos 2000, pelo governo brasileiro. No exame apenas do comércio internacional, verifica-se que esse setor, tão fundamental, foi conduzido por critérios ideológicos, priorizando certos países e abrindo mão de negociar com outros. Ora, desde tempos imemoráveis, os países deixam de lado suas convicções políticas e negociam com todo o mundo, ou seja, o comércio internacional não deve ser regido por ideologias e, sim, por interesses econômicos e sociais. Até porque a superfície da terra possibilita produzir produtos somente em alguns poucos lugares, como é o caso do petróleo e de determinados alimentos.
Como consequência, os brasileiros estão assistindo ao desmonte lamentável de sua indústria. E, inclusive, fontes com credibilidade informam que a participação da indústria na composição do PIB brasileiro caiu em torno de 30%.
Esse fato acarreta, ainda, um elevado e desumano desemprego de operários qualificados, técnicos de nível médio, engenheiros, supervisores, administradores, motoristas e outros trabalhadores. A elevada taxa de desemprego no Brasil, só em 2015, segundo números que começam a ser divulgados, foi de 1.3 milhões, o que se constituiu em índices perversos para o já tão sofrido povo brasileiro. Esse cruel e rápido desmantelamento do parque industrial, construído ao longo de muitas décadas, levará, talvez, outras tantas décadas para conseguir recuperação. É um estrondoso estrago, cuja recuperação precisa ser iniciada o quanto antes.
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