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Artigo Notícia da edição impressa de 16/02/2016. Alterada em 16/02 às 11h20min

Robôs eliminam vagas em serviços

Renato B. Andrade

A sociedade é imensa hospedeira de sistemas sociais e, alguns, já não funcionam, como o Comunismo, enquanto o Capitalismo está funcionando como a serpente da lenda, cometendo autofagia. A concentração de renda é acompanhada pela redução dos postos de trabalho, o que tem se mostrando insustentável socialmente. As rodas da produção continuam funcionando, e a economia mundial está no que se convencionou chamar de "revolução industrial" (na atualidade, a quarta - inteligência artificial, robótica e nanotecnologia). No Fórum Econômico de Davos de 2016, causas e consequências da 4ª revolução industrial foram discutidas, mas não muito difundidas e repercutidas, ainda que perspectivas e previsões dos especialistas tenham sido das mais importantes para o futuro da economia (leia-se alocação de empregos).
O "apocalipse do futuro", uma análise que circula desde 2015, aponta a eliminação de metade das vagas em funções que atualmente usam muita mão de obra, nos próximos 10 anos. Infelizmente, entre essas está a profissão de jornalista, que será substituída pelo uso de robôs. Quando os robôs chegaram na indústria houve pânico com a diminuição de vagas para humanos. Mas, os demitidos conseguiram migrar em grande número para a área de serviços, onde agora está a ameaça. Na Suíça, os drones poderão substituir os carteiros nos próximos cinco anos. O sistema já está em fase experimental; no Canadá, supercomputadores estão fazendo o trabalho de operadores de telemarketing. É importante, prestem atenção: John Maynard Keynes (1883/1946 - economista), mesmo tendo criado a Teoria do Pleno Emprego, já falara em desemprego tecnológico.
Devemos divulgar mais o Fórum Econômico de Davos, não apenas a discussão sobre a macroeconomia mundial. Os debates temáticos têm sido muito importantes.
Jornalista
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