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Artigo Notícia da edição impressa de 04/02/2016. Alterada em 03/02 às 21h02min

Vivendo sem água e sem luz

Paulo Franquilin

Porto Alegre sofreu uma catástrofe natural na última sexta-feira, quando ventos com velocidade espantosa destruíram telhados, arrancaram árvores, quebraram postes e até fizeram com que o barco Cisne Branco tombasse no Cais Mauá, enquanto algumas ruas foram tão atingidas que cenas de carros sob as árvores caídas foram divulgadas em nível nacional.
A queda de 700 postes, com a destruição de mais 250 quilômetros de rede elétrica levaram diversos pontos de Porto Alegre a passarem mais de dois dias sem luz e água, pois diversas estações de bombeamento de água tiveram suas operações interrompidas por falta de energia elétrica.
Uma das ruas mais bonitas da capital gaúcha tornou-se cenário de destruição, enquanto os parques da Redenção, Marinha e Harmonia tiveram árvores arrancadas em diversos pontos, e o Ginásio Tesourinha teve grande parte de seu telhado arrancado pela força dos ventos.
Agora, passados diversos dias da tragédia, milhares de pessoas ainda continuam vivendo às escuras e sem água.
Alimentos estragados por falta de refrigeração, ausência de eletrodomésticos para realizar tarefas, sem informação por meios eletrônicos, já que não estamos acostumados a viver sem nossos pequenos aparelhos digitais. São momentos difíceis de serem esquecidos, pois quando passamos por privações de nossas necessidades básicas para sobrevivência, ficamos preocupados com as condições de nossos sistemas de abastecimento de eletricidade e água, os quais entram em colapso quando uma ação climática atinge a Capital.
Na teoria, Porto Alegre deveria ter sistemas preventivos para evitar colapsos, mas o que vemos é uma metrópole sem condições de reação quando atingida por estiagens, enchentes ou vendavais, enquanto que as outras cidades, de menor porte, contam com serviços preventivos insuficientes.
Tenente-coronel da BM, jornalista e escritor
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