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Estados Unidos Notícia da edição impressa de 24/02/2016. Alterada em 23/02 às 19h55min

Obama apresenta ao Congresso plano para fechar Guantánamo

MANDEL NGAN/AFP/JC
Presidente definiu o presídio como uma 'mancha' na história do país

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, defendeu ontem o fechamento da prisão norte-americana na Baía de Guantánamo, em Cuba, reiterando o argumento de que o centro de detenção ameaça a segurança nacional. Em seu mais recente esforço para cumprir sua promessa de campanha de 2008, o líder norte-americano anunciou que seu governo enviou uma nova proposta de fechamento da prisão ao Congresso.
"Não quero passar esse problema para o próximo presidente, quem quer que seja. Vamos deixar isso continuar por mais 15 anos?", indagou Obama, em pronunciamento na Casa Branca. "Manter essa instalação aberta é algo contrário a nossos valores. Ela mina nossa posição no mundo. Ela é vista como uma mancha em nosso histórico mais amplo de respeitar os padrões mais altos da lei."
O objetivo é persuadir os legisladores a permitir que o Departamento de Defesa transfira cerca de 60 detentos para prisões dentro dos Estados Unidos. Para a transferência, o plano considera 13 diferentes locais nos Estados Unidos. Destes, sete são prisões já existentes quatro no Colorado, duas no Kansas e uma na Carolina do Sul. Os outros seis locais seriam bases navais a serem transformadas em centros de detenção.
A Colorado State Penitentiary II, também conhecida como Centennial Correctional Facility, em Canon City, seria, na avaliação das autoridades norte-americanas, a mais adequada a receber os chamados prisioneiros "para sempre", que os órgãos judiciários e de inteligência consideram que não podem ser transferidos.
Os custos para a construção e a adaptação dos espaços para receber os detentos estariam entre US$ 290 milhões e US$ 475 milhões. No entanto, só em reformas em Guantánamo, se o centro seguir sendo usado, o país gastaria US$ 225 milhões. Os custos de operação estimados nos EUA também seriam significativamente menores: entre
US$ 265 milhões e US$ 305 milhões por ano. Em Guantánamo, o valor gasto para manter a prisão funcionando é de US$ 445 milhões por ano.
Há atualmente 91 detentos em Guantánamo. Destes, até 56 poderiam ser enviados aos Estados Unidos, se a prisão for fechada neste ano. Os outros 35 já tiveram a transferência aprovada e podem ser enviados a outro país. O número de presos teve seu pico em 2003, quando Guantánamo detinha 680 pessoas. Havia 245 quando Obama assumiu a presidência, em 2009.
 
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