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Indústria Notícia da edição impressa de 16/02/2016. Alterada em 16/02 às 08h06min

Estado tem menor nível de exportação desde 2009

ANTONIO PAZ/JC
Dos 22 segmentos com vendas ao exterior, 11 registraram perdas, cinco cresceram e seis ficaram estáveis

O ano começa com queda disseminada nas exportações do Rio Grande do Sul. Do total das vendas externas, que alcançaram US$ 811 milhões, menos 16,1% em relação a janeiro de 2015, a indústria de transformação sofreu redução de 12,2% em seu resultado final (que chegou a US$ 749 milhões). "Nossos custos de produção continuam crescendo a uma velocidade intensa. Em função disso, não estamos conseguindo reverter a desvalorização da taxa de câmbio em ganhos de competitividade e no melhor posicionamento dos nossos produtos na escala internacional", explica o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), Heitor José Müller.
Dos 22 setores da indústria que registraram alguma operação de exportação no período, 11 apresentaram perdas, cinco cresceram e seis permaneceram estáveis. O principal destaque negativo ficou por conta dos produtos alimentícios (-31%), responsável por 27,5% do total das exportações gaúchas, decorrente da retração do farelo de soja (-64,4% em relação ao mesmo período do ano passado). Outras categorias que exerceram considerável influência negativa para o setor industrial foram máquinas e equipamentos (-43,8%) e tabaco (-37%). Por outro lado, as principais contribuições positivas vieram de celulose e papel (957,1%) e madeira (425%), em função do aumento da capacidade produtiva da empresa Celulose Riograndense, em Guaíba. Por sua vez, os produtos básicos (commodities) tiveram uma diminuição de 44,7% (US$ 57 milhões).
Em relação às importações, houve queda de 48,5%, somando US$ 364 milhões - o valor mais baixo desde 2004 (US$ 268 milhões). Todas as categorias de uso sofreram diminuições, especialmente combustíveis e lubrificantes (-98,9%) e bens intermediários (-42,3%). "As compras no exterior seguem caindo com força, em linha com a forte recessão da economia gaúcha, a desvalorização da taxa de câmbio e o pessimismo dos empresários industriais sobre o futuro da economia", diz Müller.
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