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Trabalho Notícia da edição impressa de 04/02/2016. Alterada em 03/02 às 22h43min

Aeroviários paralisam aeroportos no País

KALINKA K/SINDICATO DOS AEROVIÁRIOS DE POA/DIVULGAÇÃO/JC
Paralisações estão descartadas até 10 de fevereiro, quando termina o prazo para uma nova rodada de acordo

Guilherme Daroit, com agências

Em meio a um impasse na negociação salarial com as empresas aéreas, aeroviários e aeronautas paralisaram seus trabalhos, na manhã de ontem, em 12 aeroportos do Brasil. Segundo balanço da Infraero, até as 14h, 186 voos foram cancelados, e outros 396 sofreram atrasos no País. Em Porto Alegre, a categoria afirma que pelo menos 40 voos não decolaram no horário previsto. Novas paralisações, porém, estão descartadas pelo menos até o dia 10, quando expira o prazo dado pelas categorias para uma nova rodada de negociações com as companhias. Se não houver acordo, a categoria promete greve por tempo indeterminado.
Segundo o presidente do Sindicato dos Aeroviários de Porto Alegre, Leonel Montezana, a principal reivindicação é a reposição da inflação para as duas categorias, com um aumento de 11% nos salários. A última proposta das companhias, porém, embora chegasse aos 11%, englobaria três parcelas: 2% em fevereiro, 3% em junho e os 6% restantes em novembro, sem retroatividade. "Apresentamos a pauta no fim de setembro e, até duas semanas atrás, nem proposta tínhamos recebido", conta Montezana. A data-base da categoria é 1 de dezembro. A suspensão das paralisações até o fim do Carnaval teria sido garantida pela intervenção do Tribunal Superior do Trabalho (TST), com a garantia de uma mediação oficial entre trabalhadores e empresas para a semana que vem. "Nossa intenção não é prejudicar as pessoas, mas, se não houver avanços até o dia 10, retornaremos as paralisações", agrega Montezana, que argumenta que já haviam sido adiadas greves também durante Natal e Ano-Novo. Apenas em Porto Alegre, Montezana comenta que existem hoje 4 mil aeroviários.
Segundo a Infraero, o maior número de cancelamentos ao longo do dia foi verificado no aeroporto de Congonhas (SP), onde 46 movimentações deixaram de ocorrer. Em relação aos atrasos, o aeroporto de Brasília (DF) foi o que registrou o maior número de ocorrências, com 55 casos. Os voos afetados foram quase todos domésticos, com apenas cinco rotas internacionais atrasadas durante o dia. A paralisação de pilotos e comissários de voo ocorreu, além de Porto Alegre, nos aeroportos de Congonhas (SP), Guarulhos (SP), Santos Dumont (RJ), Galeão (RJ), Campinas (SP), Florianópolis (SC), Curitiba (PR), Brasília (DF), Salvador (BA), Recife (PE) e Fortaleza (CE).
Em nota, o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea) criticou as paralisações, argumentando que os trabalhadores teriam descumprido determinação do TST de manter 80% do efetivo operando. Além disso, as companhias argumentam que fizeram, desde outubro, seis propostas, e que, nos últimos 10 anos, haveria um histórico de ganhos reais aos trabalhadores. Por fim, o Snea garantiu que "segue aberto ao diálogo", e que os impactos da paralisação de hoje foram minimizados graças a reacomodações de passageiros realizadas nos últimos dias.
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