Porto Alegre, quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016. Atualizado às 00h29.
Dia da Criação do Ministério das Comunicações.
PREVISÃO DO TEMPO
PORTO ALEGRE AMANHÃ
AGORA
28°C
36°C
26°C
previsão do tempo
COTAÇÃO DO DÓLAR
em R$ Compra Venda Variação
Comercial 3,9560 3,9580 0,12%
Turismo/SP 3,8000 4,1500 0,72%
Paralelo/SP 3,8000 4,1500 0,72%
mais indicadores
Página Inicial | Opinião | Economia | Política | Geral | Internacional | Esportes | Cadernos | Colunas | GeraçãoE
ASSINE  |   ANUNCIE  |   ATENDIMENTO ONLINE
COMENTAR CORRIGIR ENVIAR imprimir IMPRIMIR
Repórter Brasília Edgar Lisboa


Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 25/02/2016

Ofensiva contra a dívida

RENAN AIRES /DIVULGAÇÃO/JC
Governador José Ivor Sartori com os senadores, Lasier Martins, Ana Amélia e Paulo Paim

O governador José Ivo Sartori (PMDB) veio a Brasília nesta semana para conversar com o ministro dos Transportes, Antônio Carlos Rodrigues, e aproveitou para encontrar a bancada gaúcha no Senado e conversar um pouco sobre a dívida do Estado. Sartori, que pretendia resolver o problema apenas dentro do Ministério da Fazenda, mudou de ideia e entrou na Justiça para que a dívida seja cobrada por juros simples, e não capitalizados, o famoso juro sobre juro. Ele também pretende articular a bancada gaúcha numa ofensiva para aprovar o Projeto de Lei nº 561/15, apresentado pelos três senadores gaúchos, Ana Amélia (PP), Lasier Martins (PDT) e Paulo Paim (PT). A iniciativa prevê que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), passa a ser o único encargo financeiro incidente sobre os valores emprestados, financiados ou refinanciados pelo governo federal às unidades da federação. Além disso, proíbe a utilização de qualquer outra taxa ou a cobrança de juros sobre os valores devidos. Os três senadores já começaram a fazer o corpo a corpo para votar a proposta, que, nas projeções mais otimistas, poderá até quitar a dívida do Rio Grande do Sul. O Planalto deu apoio tímido à proposta, mas o medo é que a equipe econômica do governo mude de ideia e fique contrária ao texto.
Crise na segurança
Um discurso do deputado federal Dionilso Marcon (PT) sobre a crise na segurança pública gaúcha virou uma briga entre o PT e o PMDB quando o deputado federal Mauro Pereira (PMDB) respondeu. Marcon afirmou que o contingente de 15 mil pessoas da Brigada Militar está longe de ser suficiente, já que teria 20 mil brigadianos a menos. "Os trabalhadores da segurança pública, hoje, sejam da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), ligada aos presídios, sejam da Polícia Civil, sejam da Brigada Militar, sofrem um descaso total. Eles não têm viaturas para o trabalho, pois não têm combustível. E mais: como o contingente de pessoas é pequeno, não pagam hora extra. E, ainda, o governador José Ivo Sartori fala em parcelar salários, não dar aumento e não fazer concurso público", afirmou o deputado, que culpou Sartori pelo aumento de até 40% na violência entre 2014 e 2015.
COMENTÁRIOS
Deixe seu comentário sobre este texto.



DEIXE SEU COMENTÁRIO CORRIGIR ENVIAR imprimir IMPRIMIR
LEIA TAMBÉM
Jovens na política
Parte do Fundo Partidário poderá ter que ser gasto obrigatoriamente em programas para a participação política de jovens de até 35 anos
Gaúcho na OAB Fatia para os municípios
A discussão sobre a volta da CPMF poderá ficar mais enrolada, já que os municípios decidiram entrar na briga
Acordo com o governo
O governo do Rio Grande do Sul não assinará o acordo com a União para a reestruturação da dívida

 EDIÇÃO IMPRESSA

Clique aqui
para ler a edição
do dia e edições
anteriores
do JC.


 
para folhear | modo texto
» Corrigir
Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.
Nome:
Email:
Mensagem:
» Indique esta matéria
[FECHAR]
Para enviar essa página a um amigo(a), preencha os campos abaixo:
De:
Email:
Amigo:
Email:
Mensagem:
 
» Comente esta notícia
[FECHAR]
  Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.  
  Nome:  
  Email:    
  Cidade:    
  Comentário:    
500 caracteres restantes
 
Autorizo a publicação deste comentário na edição impressa.
 
Digite o resultado
da operação matemática
neste campo