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Mercado Digital Patrícia Knebel


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Notícia da edição impressa de 04/02/2016

Postei e pegou mal. Deleto?

Contágio emocional é um velho fenômeno social, de exacerbação e propagação das emoções de forma coletiva. Algo que, nas redes sociais, alcança um estágio exponencial. Os proprietários da Barbarella Bakery, padaria localizada em um bairro nobre de Porto Alegre, aprenderam, a duras penas, o que é isso. No domingo, enquanto a capital gaúcha ainda se refazia do temporal da sexta-feira, eles postaram no Facebook comunicando aos clientes que estavam abertos. Até aí, tudo bem. Mas o problema foi o P.S. do post. "Que tipo de administração negligência um bairro que gera tanta renda e recurso ao governo?", dizia. Pegou mal, muito mal. Especialmente porque o momento era delicado, inclusive com hospitais tendo que fechar as portas. Foram quase 2 mil comentários e cerca de 1,2 mil compartilhamentos, a maioria de usuários furiosos com a postura, tida como egoísta e nada solidária do estabelecimento. "Eles não foram felizes na colocação, e quando algo assim começa, é difícil parar. Agora, vão ter que ter paciência e criar algo que os reaproxime da comunidade", sugere Gil Giardelli, professor de inovação digital da ESPM. Em uma situação como essa, o ímpeto das empresas pode ser de deletar o post. Algo que ele não recomenda. "Isso seria como tentar recolher os restos de um travesseiro de penas cortado. O melhor é pedir desculpas sinceras no próprio post, rapidamente e, se possível, responder individualmente a cada usuário", diz.
Social good
Quando teve o tufão em Nova Iorque, muitas padarias e cafés aproveitaram as rede sociais para convidar as pessoas a usarem a sua água e energia para carregar o celular e, assim, poder ligar para parentes. Eles saíram da posição de vender algo para ajudar a sociedade. "É o que chamamos de social good", explica Giardelli. Apesar de alguns casos positivos, ainda vemos o contrário acontecer no Brasil. O que começa pelo mundo off-line. Enquanto o mar de lama tomava conta da cidade de Mariana (MG), moradores eram saqueados. Na explosão que aconteceu há alguns dias na Baixada Santista (SP), seguida de uma nuvem tóxica, algumas farmácias aumentaram em 10 vezes o preço das máscaras. "Vivemos um momento de total colapso da ética", lamenta o especialista.
Luz x telefonia móvel
É só faltar luz por muito tempo que o sinal do 3G e 4G começa a morrer. As ERBs precisam de energia para irradiar o sinal aos celulares dos usuários. Quando a luz acaba, o equipamento tem capacidade para seguir operando sem energia da concessionária por, em média, até quatro horas. Se perdurar, como aconteceu na semana passada em Porto Alegre, os equipamentos param de funcionar, e os usuários que estão nas regiões afetadas podem ficar sem sinal. Nestes casos, as operadoras se utilizam de geradores transportáveis (onde há viabilidade). Então, não adianta reclamar do 3G. Se faltar eletricidade por muitas horas, não existe mágica possível.
Torpedos da CEEE
Foi um grande passo quando os clientes da CEEE passaram a ter a opção de enviar torpedos para comunicar a falta de luz. Mais ainda quando a concessionária habilitou o seu sistema para retornar essas mensagens, dando uma previsão de volta da energia para a região em que o usuário está. O próximo caminho esperado é que essa interação possa ser mais personalizada, com o envio de informações mais específicas para cada cliente.


COMENTÁRIOS
Daniel Raota - 04/02/2016 18h40min
Sobre o Social GoodnAqui no BomFim vimos a Cia Zaffari oferecer suas tomadas para que clientes carregassem seu celular pois estavam a mais de 36 horas sem energia, grande ideia!

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