Porto Alegre, terça-feira, 12 de janeiro de 2016. Atualizado às 21h35.
Aniversário da Caixa Econômica Federal.
PREVISÃO DO TEMPO
PORTO ALEGRE AMANHÃ
AGORA
28°C
28°C
20°C
previsão do tempo
COTAÇÃO DO DÓLAR
em R$ Compra Venda Variação
Comercial 4,0440 4,0460 0,14%
Turismo/SP 3,7000 4,2400 0,71%
Paralelo/SP 3,7000 4,2400 0,71%
mais indicadores
Página Inicial | Opinião | Economia | Política | Geral | Internacional | Esportes | Cadernos | Colunas | GeraçãoE
ASSINE  |   ANUNCIE  |   ATENDIMENTO ONLINE
COMENTAR CORRIGIR ENVIAR imprimir IMPRIMIR
Repórter Brasília Edgar Lisboa


Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 13/01/2016

Maior judicialização em 2016

O tesoureiro do PMDB, senador Eunício de Oliveira (CE), resume bem a difícil situação dos operadores das finanças dos partidos para as eleições de 2016: "Tenho dó de quem vai ser candidato, porque vai ser a eleição da suspeição, das denúncias de caixa 2". O senador quer ver como serão feitas campanhas em 5 mil cidades, sem nenhum centavo. Ele afirma que os parlamentares ficaram na discussão entre ter financiamento público e privado, mas " aprovamos uma regra em que não teremos nenhum dois", lamenta. Para o senador cearense, as mudanças do sistema eleitoral brasileiro que valerão para as próximas eleições, com a proibição total de doações de empresas a candidatos e partidos, colocará os políticos diante de uma realidade "brutalmente diversa da enfrentada na última eleição municipal". Segundo explica Eunício de Oliveira, a quatro anos, candidatos e comitês das siglas foram abastecidos com R$ 4,6 bilhões em doações - 97,5% do montante vindo de contribuições empresariais. Para o advogado do PSDB, Flávio Henrique Pereira, as eleições de 2016 serão um laboratório diferente de tudo o que vinha acontecendo até agora. Já o ministro Gilmar Mendes, voto vencido no Supremo de proibir o financiamento privado de campanhas políticas, disse que o impedimento irá estimular a prática de caixa-2. O juiz eleitoral Marion Reis acha que a disputa eleitoral deste ano será a de maior judicialização da história.
Financiamento Público
O deputado federal gaúcho Osmar Terra, vice-presidente do diretório estadual do PMDB do Rio Grande do Sul, é favorável ao financiamento público de campanha. Disse que, durante a campanha, os políticos enfrentam situações até constrangedoras em busca de recursos. "Sinto-me mais confortável com financiamento público", afirmou. Quanto ao caixa-2, assinala que deve haver mais fiscalização. Considera que a campanha mais simples é melhor para quem tem argumento. "Hoje, leva vantagem quem tem mais estrutura, comitês, cabos eleitorais", diz Osmar Terra. Lembrou que, numa campanha, hoje, o parlamentar chega a gastar até R$ 5 milhões. E pode ser pior. Comentou que colegas seus de outras regiões, como no Nordeste, contaram que chegam a gastar R$ 10 milhões. "É um absurdo. E isso financiado pela iniciativa privada." Por isso, Osmar Terra defende, e votou para isso, o financiamento público de campanha. O que deve valer é a proposta, o argumento, e não os valores disponíveis.
 
COMENTÁRIOS
Deixe seu comentário sobre este texto.



DEIXE SEU COMENTÁRIO CORRIGIR ENVIAR imprimir IMPRIMIR
LEIA TAMBÉM
Mudança nos impostos
A bancada petista no Congresso Nacional pretende bater de frente com a presidente Dilma Rousseff (PT) no campo econômico

 EDIÇÃO IMPRESSA

Clique aqui
para ler a edição
do dia e edições
anteriores
do JC.


 
para folhear | modo texto
» Corrigir
Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.
Nome:
Email:
Mensagem:
» Indique esta matéria
[FECHAR]
Para enviar essa página a um amigo(a), preencha os campos abaixo:
De:
Email:
Amigo:
Email:
Mensagem:
 
» Comente esta notícia
[FECHAR]
  Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.  
  Nome:  
  Email:    
  Cidade:    
  Comentário:    
500 caracteres restantes
 
Autorizo a publicação deste comentário na edição impressa.
 
Digite o resultado
da operação matemática
neste campo