Porto Alegre, segunda-feira, 25 de janeiro de 2016. Atualizado às 21h27.
PREVISÃO DO TEMPO
PORTO ALEGRE AMANHÃ
AGORA
25°C
27°C
22°C
previsão do tempo
COTAÇÃO DO DÓLAR
em R$ Compra Venda Variação
Comercial 4,0952 4,0968 0,32%
Turismo/SP 3,8700 4,3200 0%
Paralelo/SP 3,8700 4,3200 0%
mais indicadores
Página Inicial | Opinião | Economia | Política | Geral | Internacional | Esportes | Cadernos | Colunas | GeraçãoE
ASSINE  |   ANUNCIE  |   ATENDIMENTO ONLINE
COMENTAR CORRIGIR ENVIAR imprimir IMPRIMIR

ARTIGO Notícia da edição impressa de 26/01/2016. Alterada em 25/01 às 20h47min

Seguro agrícola sem repasse

Vinicius De Tomasi Ribeiro

Não bastasse os prejuízos sofridos com temporais, granizo e diversas outras intempéries, os agricultores passam por mais um revés: a falta de repasse do seguro agrícola.
O benefício, que deveria ser repassado pelo governo federal, permite ao produtor se proteger contra perdas decorrentes desses fenômenos climáticos, através do pagamento de 60% da União. Com a falta do repasse, os agricultores estão tendo de arcar com toda a dívida, para que o seguro não seja cortado.
Só em Caxias do Sul, mais de 600 agricultores, principalmente produtores de frutas, estão recebendo aviso das seguradoras para quitarem, com recursos próprios, a parte que caberia ao governo, além dos 40% que já desembolsaram.
Destaco a situação dos produtores da Serra Gaúcha, em função do período da safra de fruticultura, mas este é um problema que está sendo enfrentado por agricultores de todo o Estado.
Em 2014, o governo federal ficou com um passivo de R$ 300 milhões. A projeção do Plano Safra 2015/2016 foi de R$ 668 milhões, sendo que quase metade do valor foi para pagar a dívida. Além de não repassar os valores, o governo ainda reduziu a subvenção que, no caso das frutas, caiu de 60% para 45%.
O governo alega estar fazendo manobras para regularizar os repasses, mas até agora não há solução para os agricultores que perderam parte ou a totalidade da safra, e que contam com o seguro para investir no plantio e garantir a produção na próxima safra.
Vale ressaltar que estamos tratando aqui de um dos setores que mais impulsionam a economia no estado do Rio Grande do Sul. Nossos agricultores não podem ficar desassistidos. E se fosse o contrário? Se os agricultores não estivessem pagando sua parte, certamente o governo estaria protestando a dívida judicialmente. Além do desafio de manter as gerações no campo, já que muitos saem em busca de novas oportunidades, temos que defender os investimentos no setor primário e garantir o sustento das nossas famílias.
Deputado estadual (PDT)
COMENTÁRIOS
Deixe seu comentário sobre este texto.



DEIXE SEU COMENTÁRIO CORRIGIR ENVIAR imprimir IMPRIMIR
LEIA TAMBÉM
Opinião econômica: Acomodação A importância de investir em Gestão de Conhecimento Por que os empreendedores precisam fazer gestão?

 EDIÇÃO IMPRESSA

Clique aqui
para ler a edição
do dia e edições
anteriores
do JC.


 
para folhear | modo texto
» Corrigir
Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.
Nome:
Email:
Mensagem:
» Indique esta matéria
[FECHAR]
Para enviar essa página a um amigo(a), preencha os campos abaixo:
De:
Email:
Amigo:
Email:
Mensagem:
 
» Comente esta notícia
[FECHAR]
  Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.  
  Nome:  
  Email:    
  Cidade:    
  Comentário:    
500 caracteres restantes
 
Autorizo a publicação deste comentário na edição impressa.
 
Digite o resultado
da operação matemática
neste campo