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artigo Notícia da edição impressa de 19/01/2016. Alterada em 18/01 às 21h12min

Reflexões acerca da comunicação digital

Leci Maria Soriano Bobsin Corrêa

Há alguns meses escrevi para este jornal artigo que denominei "A síndrome da falta de tempo". Naquela ocasião, abordei sobre a forte incidência de doenças, tais como as depressões e ansiedades, sobre as quais, cada vez mais estou convicta que são originárias do modo de vida atual: uma combinação entre o aumento das atividades desenvolvidas e o uso excessivo das redes sociais.
Neste ínterim, a falta de concentração tem sido debate de estudiosos que referem um aumento significativo de acidentes provocados pelo uso demasiado do celular e dos aplicativos virtuais, envolvendo, muitas vezes, desastres de trânsito. A substituição dos nossos sentidos em detrimento de vídeos da hora, mensagens e emotions, nos levam para longe da realidade, da qual somos acordados para lamentar atropelamentos, quedas e tropeços a que demos causa.
Não há dúvidas que a internet se tornou responsável pela comunicação e socialização dos indivíduos na atualidade, sendo o ambiente virtual um espaço sem fronteiras, mas a pergunta é: podemos viver sem esse tipo de comunicação? Quem não lembra do "fatídico" dia em que o WhatsApp saiu do ar? Muitas pessoas neste dia declararam-se "viciadas" e "dependentes" deste aplicativo. Por linhas tortas, a decisão judicial que retirou o WhatsApp do ar nos ofereceu uma oportunidade ímpar de refletir sobre essa questão, na medida em que tivemos a chance de observar uma reação coletiva de abstinência digital. O fato é que vivemos num dilema, a cada dia que passa, na emergência de estarmos "on-line" 24 horas, conectados no Facebook, WhatsApp, Instagram e Twiter.
Na esperança advinda deste ano que principiou e em que pese a celeridade dos aplicativos virtuais, encerro este artigo refletindo nas palavras do Papa Francisco: "Você pode ter defeitos, ser ansioso e viver alguma vez irritado, mas não esqueça que a sua vida é a maior empresa do mundo. Só você pode impedir que vá em declínio".
Impeça que as redes sociais e a comunicação digital te levev ao declínio e à decadência. Use-as com cautela, atenção, sabedoria, bom senso e prudência.
Professora, administradora, graduanda em psicologia
 
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