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américa do sul Notícia da edição impressa de 06/01/2016. Alterada em 05/01 às 20h36min

Confusão marca o ato de posse de opositores na Venezuela

RONALDO SCHEMIDT/AFP/JC
Milhares de aliados receberam parlamentares com gritos e aplausos

Policiais da Venezuela tentaram barrar a entrada de um grupo de deputados da oposição ao presidente Nicolás Maduro à sede da Assembleia Nacional, onde eles tomaram posse ontem. Segundo o deputado Daniel Guzmán, os policiais bloquearam o acesso sob a justificativa de que não tinham pedido credenciamento. Um dos parlamentares tentou cortar a passagem, o que gerou tumulto.
Guzmán disse ter sido agredido pelas forças de segurança e mostrou à reportagem um sangramento em um dedo da mão e um botão arrancado de seu terno. "Isso mostra o que vem pela frente. Não nos deixaram passar hoje e não medirão esforços para atrapalhar o nosso trabalho, mas estamos conscientes da nossa responsabilidade e do apoio popular que obtivemos", disse.
Do lado de fora da sede, milhares de aliados da oposição recebiam os deputados com gritos e aplausos. Parlamentares chavistas foram vaiados, entre eles Hugo Carvajal, que tem mandado de busca internacional por tráfico de drogas.
Esta será a primeira vez, em 16 anos, que a oposição terá o controle do Legislativo. Dos 167 deputados eleitos no pleito de 6 de dezembro, 112 são adversários de Maduro, enquanto 55 são chavistas.
Isso daria à oposição a maioria qualificada, que permite, entre outras coisas, emendar a Constituição, destituir altos funcionários e aprovar a Constituinte. Na semana passada, porém, a Justiça impugnou três deputados opositores, o que tirou os dois terços das cadeiras.
A cerimônia de ontem foi precedida pela tensão entre militantes chavistas e da oposição. Na tarde de segunda-feira, aliados de Maduro impediram o acesso do opositor Henry Ramos Allup ao prédio administrativo da Assembleia Nacional.
Ramos, que pede a renúncia de Maduro, será o presidente da Assembleia Nacional, substituindo o chavista Diosdado Cabello. À noite, os aliados do governo fizeram uma vigília em frente ao prédio do Parlamento.
 
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