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Energia Notícia da edição impressa de 15/01/2016. Alterada em 14/01 às 22h27min

Térmica em Pedras Altas será tema de audiências

MARCELO G. RIBEIRO/JC
Dias Neto considera positiva postergação do leilão para 31 de março

Jefferson Klein

Dando prosseguimento às medidas necessárias para que o projeto térmico a carvão que a Ouro Negro Energia pretende instalar em Pedras Altas participe do leilão de energia do governo federal marcado para o fim de março, serão realizadas três audiências públicas para debater o assunto. Os encontros ocorrerão nos dias 26, 27 e 28 de janeiro, respectivamente, nas cidades de Pedras Altas, Candiota e Bagé. O diretor-presidente da companhia, Silvio Marques Dias Neto, acrescenta que, paralelamente à questão ambiental, a empresa está fazendo a estruturação de capital da iniciativa.
A termelétrica terá capacidade instalada de 600 MW (equivalente a cerca de 15% da demanda média de eletricidade do Rio Grande do Sul) e absorverá em torno de US$ 1 bilhão em investimentos. A companhia já entregou para o Ibama o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (Rima) do complexo. O grupo precisa da liberação ambiental e atender a outros requisitos para concorrer em algum leilão de energia, para tentar garantir a comercialização da sua geração e, consequentemente, viabilizar a construção da usina.
A empresa pretendia entrar em uma disputa que estava agendada para o final deste mês, mas que, posteriormente, ficou para 5 de fevereiro e agora está prevista para 31 de março. Neto salienta que companhias interessadas no certame, entre as quais a própria Ouro Negro Energia, solicitaram ao Ministério de Minas e Energia a postergação da data. "Foi muito bom, porque deu uma melhor condição para cumprir o cronograma", diz empresário. Saem vencedores do leilão os projetos que apresentarem as melhores condições de venda e fornecimento de energia.
Inicialmente, quando o certame estava determinado para janeiro, o plano da Ouro Negro Energia era começar as obras da usina em julho de 2016 e concluí-las até dezembro de 2020. Agora, com a reorganização do cronograma, a perspectiva é que os trabalhos sejam desenvolvidos em setembro deste ano, para que a termelétrica entre em operação no primeiro mês de 2021.
Durante o período de implantação, a usina deverá proporcionar cerca de quatro mil empregos diretos e na operação em torno de 500 postos de trabalho. Enquanto a térmica ficará em Pedras Altas, a mineração do carvão será feita no município de Candiota. A atividade da termelétrica significará o consumo de aproximadamente cinco milhões de toneladas do mineral ao ano. Além da usina, será implementada pela empresa uma estação de beneficiamento de carvão, uma barragem para acumulação de 39 milhões de metros cúbicos de água e uma linha de transmissão de energia de oito quilômetros, que será conectada a uma subestação da Eletrosul.
A Ouro Negro Energia está conduzindo a iniciativa em parceria com a Sepco1 (subsidiária do grupo chinês Power Chine) e sua subcontratada para a elaboração do projeto a Nwepdi (Northwest Eletric Power Designe Institute). Cerca de 80% do empreendimento será financiado pelo Banco de Desenvolvimento da China.
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