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Varejo Notícia da edição impressa de 12/01/2016. Alterada em 11/01 às 22h15min

Preço do material escolar deve subir 13%

Antonio Paz/JC
Pesquisa do Sindilojas Porto Alegre mostra que comércio está otimista e espera alta de 13% nos negócios

O preço do material escolar na capital gaúcha deve registrar alta de 13% em relação ao ano passado. O levantamento é do Sindilojas Porto Alegre realizado junto a lojas do segmento. Os itens que sofrerão o maior reajuste são mochilas, estojos, papel branco e cadernos. Produtos licenciados e de personagens infantis também devem aparecer nas lojas com valores maiores na comparação com 2015.
Mesmo assim, os lojistas estão otimistas e esperam crescimento de cerca de 13% no faturamento em relação ao alcançado no ano passado. O crescimento real deve ser baixo, considerando que as expectativas dos comerciantes são compatíveis com o aumento do preço dos produtos. "Quem se preveniu e conseguiu boas negociações com fornecedores terá resultados melhores, pois foi menos impactado pela alta do dólar", afirma Paulo Kruse, presidente do Sindilojas Porto Alegre. Ainda de acordo com os lojistas consultados, quem deixar para fazer as compras de material escolar após o Carnaval encontrará as lojas mais cheias. É nesse período que eles esperam que a maior parte da venda ocorra. No setor de supermercados, os estabelecimentos já estão iniciando as exposições de produtos de papelaria para alavancar as vendas de volta às aulas. Antecipada pelo calendário atípico deste ano, quando os alunos iniciarão o ano letivo em fevereiro, a venda de produtos como cadernos, canetas, estojos, lápis e mochilas deverá ficar nos mesmos patamares que em 2015, em termos de volume, neste ano. Segundo o presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), Antônio Cesa Longo, os preços dos produtos de material escolar estão em média 8% mais caros que no ano passado.
O levantamento da Agas mostra que os itens de papelaria vão alavancar um faturamento de aproximadamente R$ 70 milhões para os supermercados gaúchos entre os meses de janeiro e fevereiro. Segundo o dirigente, os supermercados deverão superar as livrarias e papelarias, feiras, camelôs e lojas de R$ 1,99 como local preferido de compras de material escolar. "O crescimento nas vendas deverá ser puxado pelos produtos básicos, como cadernos, canetas e outros produtos de primeira necessidade", ressalta Longo.
As crianças deverão ter papel decisivo na escolha dos produtos que serão utilizados em sala de aula em 2016. "Os produtos licenciados com personagens e super-heróis do momento estarão mais uma vez em destaque. O supermercadista de sucesso será o que melhor definir seu mix de acordo com os desenhos, heróis infantis e personagens que o consumidor está buscando", completa Longo. Cerca de 20% dos itens de volta às aulas vendidos deverão ser oriundos de fábricas gaúchas. "Acreditamos que metade da venda de material escolar será realizada em janeiro, devido ao calendário letivo começar mais cedo", projeta Longo.
O presidente da Agas destaca ainda que, nas redes maiores, artigos eletrônicos e itens como cartuchos para impressora, tablets e pendrives também registram no período um aumento de procura pelos clientes. "Para os pequenos e minimercados, a proximidade de casa ou de instituições de ensino será decisiva para um crescimento substancial de vendas no período", observa Longo.
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