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comércio exterior Notícia da edição impressa de 12/01/2016. Alterada em 11/01 às 22h01min

Alta no imposto de importação do aço não tem respaldo de técnicos

Roberto Hunoff, de Caxias do Sul

Técnicos da Casa Civil e dos ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior se posicionaram contra o aumento da alíquota do imposto de importação do aço, atendendo demanda da indústria metal-mecânica de Caxias do Sul e região da Serra. O grupo foi criado no início de dezembro de 2015 para estudar os impactos de possível elevação da tributação. O documento foi entregue à presidente Dilma Rousseff e aos ministros envolvidos.
Mesmo que a decisão não seja final, a posição dos técnicos repercutiu de forma positiva no segmento empresarial. No final do ano passado, o presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico (Simecs), Getulio Fonseca, reivindicou ao governo para que não fosse praticado nenhum aumento da alíquota de importação do aço, considerando que qualquer reajuste dificultaria a situação das 3,4 mil empresas do setor.
Recentemente, Fonseca entregou ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, documento reforçando o pedido. "Aumento da alíquota não é necessariamente a melhor solução, pois o aço é insumo básico de diversas cadeias. A alíquota, que hoje varia de 8% a 14%, poderia subir para 35%, o que teria impacto sobre todas essas cadeias", ponderou.
Segundo o dirigente, o problema para a indústria usuária do aço é que qualquer aumento irá onerar ainda mais os custos, baixando a competitividade das empresas. "A elevação das alíquotas para proteger um único setor da economia, no caso o siderúrgico, em detrimento de vários outros não faz sentido, ainda mais neste momento em que a indústria nacional bate níveis históricos de demissões", cobrou.
Fonseca observou que a alegação do setor siderúrgico de que outros países estão elevando a alíquota do imposto de importação para proteger suas indústrias precisa ser vista com cuidado. O México subiu a alíquota de 0% para 15%, porém, a maior da parte da importação tem origem nos EUA, não sujeitos a essa alíquota.
 
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