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OPINIÃO Notícia da edição impressa de 01/02/2016. Alterada em 31/01 às 19h20min

Nome ou castigo?

Ivone Zeger

Cafiaspirina, Hipotenusa e Necrotéria são alguns exemplos de prenomes bizarros que os pais dão aos filhos. Apesar de a lei proibir.
O constrangimento é inevitável. Ao lhe perguntarem como se chama, o cidadão ou cidadã em questão respira fundo, enche-se de coragem e diz: "Adegesto Pataca", ou "Restos Mortais de Catarina", ou ainda "Faraó do Egito Sousa, ao seu dispor". Ao ouvir nomes assim tão, digamos, exóticos, há quem pense que essas pessoas foram acometidas por um súbito e irrefreável senso de humor. Mas basta uma olhada em suas certidões de nascimento ou em seus RGs para constatar que esses são, de fato, os seus nomes. Os exemplos que acabei de dar foram coletados a partir de listas públicas, como uma relação de segurados com nomes estranhos divulgados pelo extinto INPS na década de 1980 e pesquisas em cartórios realizadas por autores de livros que tratam disso. Se você teve a sorte de não possuir um nome capaz de fazer as pessoas o encararem como um ser de outro planeta, o tema pode parecer uma piada. Contudo, para os portadores de prenomes como Defuntina, Necrotéria, Hipotenusa, Esparadrapo e outros do gênero, o assunto é sério.

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