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Paquistão Notícia da edição impressa de 21/01/2016. Alterada em 20/01 às 20h13min

Ataque a universidade deixa ao menos 20 mortos

AAMIR QURESHI/AFP/JC
Estudantes foram assassinados ainda nos dormitórios, quando se preparavam para o início das aulas

Um atentado a tiros reivindicado por um líder do grupo radical islâmico Taliban contra uma universidade no Paquistão deixou ao menos 20 mortos, incluindo estudantes e professores, além de vários feridos. De acordo com a polícia, ontem, pouco após o início das aulas, quatro atiradores abriram fogo contra salas de aula e dormitórios na Universidade Bacha Khan, na cidade de Charsadda, no Nordeste do país.
Segundo as autoridades, o ataque terminou depois de o Exército trocar fogo com os extremistas e matar todos eles. "Eles (os atiradores) vieram por trás, houve um grande alvoroço", disse um estudante que ficou ferido no ataque, já no hospital, a uma emissora local. "Fomos orientados pelos professores a sair dali imediatamente. Algumas pessoas se esconderam nos banheiros. "Após o ataque, o primeiro-ministro do Paquistão, Nawaz Sharif, prometeu destruir a "ameaça do terrorismo" no Nordeste do país, que tem partes controladas pelos insurgentes.
Diferentes membros do Taliban dão versões contraditórias sobre a autoria do ataque contra a universidade. Um líder do grupo radical islâmico, califa Uma Mansur, reivindicou a autoria do atentado. Ele foi o arquiteto do massacre, ocorrido em dezembro de 2014, que matou 150 pessoas, sendo a maioria crianças, em uma escola militar em Peshawar, localizada a cerca de 35 quilômetros de Charsadda.
Mansur disse ter ordenado quatro atiradores a atacar a universidade como forma de se vingar da ofensiva das forças de segurança paquistanesas contra os insurgentes nos últimos meses. Entretanto, o porta-voz oficial do Taliban paquistanês, Muhammad Khorasani, negou vínculo do grupo com a ação e disse "condenar fortemente" o atentado.
 
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