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artigo Notícia da edição impressa de 16/12/2015. Alterada em 15/12 às 20h04min

Do jeito que está, não pode continuar

Jose Almir Rodrigues de Mattos

Estamos vivendo um momento crítico no Brasil, onde as questões da política estão sendo questões econômicas, a dívida pública cresce, o déficit aumenta, não vislumbramos esperança de solução em curto prazo. Não precisamos muito para entender que a situação de hoje passa pelos três poderes, o Legislativo, Judiciário e Executivo, e as demais instituições seguem a Constituição do Brasil. Existem inúmeras pessoas que dependem da autoridade maior do País, ou seja, do mandatário eleito democraticamente chamado de presidente. No entanto, neste momento crítico, de acusações de verdades e inverdades, quem sabe o que é verdade? Ministro do governo foi preso por tentar prejudicar investigações na Lava Jato, e as fofocas das delações premiadas, que não são fofocas, verdades que começam a aparecer sobre os mandos e desmandos deste governo. O pedido do processo de impeachment contra Dilma Rousseff (PT) criou uma insólita disputa de poder pelo Brasil. A briga é dos aliados do governo no Congresso para defender a presidente. Os políticos investigados, a grande maioria políticos do PT ou aliados do governo, estão citados na corrupção. São criadores dos graves entraves da economia do Brasil.
Hoje, a crise afeta a grande maioria das famílias sem emprego, envoltas nas dívidas pessoais, sem poder ter o seguro-desemprego, alterado no início do ano. As pedaladas fiscais foram inúmeras para cobrir os benefícios sem controle, também para justificar subsídios às indústrias automobilísticas, e das construtoras dos estádios na Copa do Mundo, questionadas e condenadas pelo TCU. Tenhamos a serenidade de compreender que não há golpismo, há uma questão de examinar as contas de um governo que não tem medidas para minimizar gastos, ao contrário, gasta demais e quer que paguemos por isso. É um momento de o governo ser julgado pela sua incompetência administrativa, chega de corrupção e mentiras.
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