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artigo Notícia da edição impressa de 15/12/2015. Alterada em 14/12 às 20h51min

Critérios para o mínimo regional

Vinicius Ribeiro

Ganhos e perdas são duas das palavras mais presentes nos discursos de trabalhadores e empregadores, todo o final do ano. Tratar do reajuste do mínimo regional é sempre uma queda de braço entre sindicatos patronais e de trabalhadores e, por mais que haja diálogo e rodadas de negociações, o resultado é sempre o mesmo: todos perdem. Perdem pelo aumento da informalidade, pela redução da competitividade, pelo desemprego.
O trabalhador sai insatisfeito, pois o aumento sempre fica abaixo da expectativa.
O empregador sai insatisfeito porque o índice de reajuste, seja qual for, vai impactar na lucratividade da empresa. Para acabar com especulações, com incoerências nos cálculos dos percentuais, com a criação de falsas expectativas, é preciso criar critérios. Seja pelo INPC/IPCA, pelo PIB, pela Lei de Diretrizes Orçamentárias, ou pela composição de outros indexadores.
O que não podemos mais admitir é o aumento do desemprego e a perda de competitividade das nossas empresas, principalmente das micro e pequenas empresas, que são as maiores geradoras de empregos e que mais se utilizam do mínimo regional.
Criar critérios é normatizar intenções, é dar a oportunidade para planejar o ano seguinte com mais realismo e segurança. É estabelecer um valor justo, tanto para um lado quanto para outro.
Deputado estadual (PDT)
 
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