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artigo Notícia da edição impressa de 08/12/2015. Alterada em 07/12 às 21h32min

Micro e minigeração de energia renovável

Zé Nunes

Em Paris, a Conferência das Partes na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, a COP-21, vai construir um grande acordo climático mundial. As fontes de energia estão no centro deste debate. Para a ciência, as mudanças climáticas que estão em curso são provocadas principalmente pelo uso das fontes de energias fósseis, carvão, petróleo e gás natural, grandes emissores de dióxido de carbono (CO2), principal gás de efeito estufa. Daí a urgência do mundo transitar para uma matriz energética limpa.
A produção renovável de energia elétrica através da micro e minigeração, com base em fonte solar fotovoltaica, eólica, biomassa e hidráulica, tem o potencial para se constituir em uma revolução na forma de produzir e consumir energia, pode suprir a demanda de energia das unidades produtoras e fornecer à rede. O Rio Grande do Sul tem condições favoráveis, como incidência de ventos e condições solares, bem como resíduos orgânicos para biogás. China e os EUA, os dois maiores poluidores, são os países que mais investem em energia renovável. A China sozinha investe mais em solar e eólica do que todo o resto do mundo. Alemanha é um dos países que lidera a corrida tecnológica da micro e minigeração, com grandes investimentos em solar fotovoltaica. São Paulo desonerou a tarifa e os impostos na fabricação de componentes da cadeia produtiva. Caminho este que defendemos que o Rio Grande do Sul deva tomar com urgência.
Tramita, na Assembleia Legislativa, o PL nº 271/2015, que institui a política estadual para o setor. No último dia 25 de novembro, foi instalada a Frente Parlamentar em Defesa da Micro e Minigeração de Energia Renovável, com o objetivo de construir ações concretas que contribuam nessa direção. Um futuro sustentável passa por fazermos essa revolução. O nosso Estado pode se tornar líder na área, desde que façamos as opções corretas.
Deputado estadual (PT)
 
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