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Saúde Notícia da edição impressa de 16/12/2015. Alterada em 15/12 às 22h20min

Rio Grande do Sul tem caso de microcefalia ligado ao zika

CHRISTOPHE SIMON
Período atual, de altas temperaturas, é o mais propenso à proliferação do Aedes aegypti

O Rio Grande do Sul entrou para a lista dos estados que registram casos de microcefalia relacionada ao zika vírus. Uma moradora de Esteio, que viajou a Pernambuco no verão passado, teve os sintomas da doença durante a gestação, e o filho nasceu com a patologia, que afeta o tamanho da cabeça e do cérebro. Como todas as outras hipóteses que levariam à má-formação já foram descartadas, a Secretaria Estadual da Saúde apenas aguarda o resultado do exame de sangue do bebê para confirmar oficialmente o caso de microcefalia associado ao zika, mas já dá a relação como certa.
A criança já tem quatro meses e recebe atendimento especializado. A Secretaria Municipal de Saúde de Esteio afirma que o caso ainda está sendo analisado. Em 2012, o Estado teve um caso de microcefalia e, em 2013, três. Em 2014, o Rio Grande do Sul não registrou nenhum caso da má-formação.
Da semana passada para cá, o número de casos de microcefalia subiu de 1.761 para 2.401 em 549 municípios de 20 estados brasileiros. Em apenas uma semana, foram notificados 640 casos. Dos mais de 2 mil, 134 foram confirmados como tendo relação com o zika vírus, 102 foram descartados e 2.165 ainda estão sendo investigados.
Dos 29 óbitos por microcefalia notificado, apenas um, no Ceará, teve a relação com o zika confirmado. Dois casos no Rio de Janeiro não tem relação como vírus, e os outros 26 estão em investigação. Em uma semana, seis estados entraram para a lista com casos suspeitos de microcefalia provocada pelo vírus: Espírito Santo, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, São Paulo e Rio Grande do Sul.
Devido às festas de fim de ano, quando ocorrem muitas viagens, a orientação do Ministério da Saúde é que as pessoas se protejam do mosquito por meio do uso de repelente e de roupas como calças e camisetas de manga comprida. A pasta pretende distribuir repelentes para grávidas. A previsão é de que a distribuição comece até fevereiro.
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