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Protestos 11/12/2015 - 17h56min. Alterada em 11/12 às 18h30min

Marcha dos Sem faz ato contra impeachment de Dilma e pró cassação de Cunha

Antônio Paz/JC
Manifestantes reuniram-se na praça da Matriz, em frente ao Palácio Piratini

Marina Bitencourt

Integrantes de sindicatos como Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e servidores estuais, entre eles Cpers - Sindicato dos Professores, participaram nesta sexta-feira (11) em Porto Alegre da 20ª Marcha dos Sem, que reúne pessoas que lutam por direitos como trabalhistas e de moradia.
Com concentração no Parque Harmonia e destino final em frente Palácio Piratini, gritaram palavras de ordem contra o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, e a favor do mandato da presidente Dilma Rousseff. 
Reunidos na Praça da Matriz, em frente à sede do Governo do Estado, organizadores das centrais sindicais e políticos da base do governo federal discursaram para os manifestantes, que gritavam “não vai ter golpe”, em referência ao processo de impeachment a que a presidente Dilma está respondendo. 
“É um momento de luta de classes. Não é só uma luta pela defesa de Dilma. É uma luta contra o retrocesso” disse Vagner Freitas, presidente da CUT Nacional, convocando para ato na quarta feira (16), Dia Nacional da Luta.
João Pedro Stédile, um dos fundadores do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) disse que “os responsáveis pela crise não é Dilma, mas o sistema explorador burguês” e que “diante da crise a sociedade não sabe por onde ir, mas o que está em disputa na sociedade é o futuro do país”. Stédile também falou que “ser contra o impeachment é uma necessidade democrática”.
O governo estadual também foi alvo de críticas. O agricultor Tadeu Cardoso, da cidade de Mostardas, reclamou da situação da estrada que passa pela cidade. “Estou aqui pela situação ruim que passo na minha cidade e para mantermos a democracia. Não podemos concordar com alguém que é corrupto como Eduardo Cunha”
Isis Marques, Secretária Estadual de Mulheres da CUT do Rio Grande do Sul afirmou que o ato também era contra retrocessos como a extinção da Secretaria de Políticas das Mulheres do governo do estado. “Governador Sartori se colocou contra a classe trabalhadora em âmbito público e privado. Ele não representa a classe” disse ela, comentando também que Sartori não assinou a carta contra o impeachment da presidente.
O ato encerrou por volta das 17h com a execução do hino nacional. Segundo a organização do evento, estimava-se cerca de 8 mil pessoas. Já segundo a Brigada Militar, havia 2 mil pessoas.
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