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São Silvestre Notícia da edição impressa de 31/12/2015. Alterada em 30/12 às 21h14min

Brasileiros correm para superar a hegemonia e o favoritismo africanos

SÃO SILVESTRE/DIVULGAÇÃO/JC
Mulheres largam às 8h40min; homens e público em geral saem às 9h

Os corredores africanos estão animados para a disputa da 91ª Corrida Internacional de São Silvestre, nesta quinta-feira, mas eles sabem que existem brasileiros que podem quebrar essa hegemonia dos estrangeiros na prova disputada nas ruas de São Paulo. Se, no pelotão de elite, estarão Dawit Admasu, campeão da prova em 2014, e Stanley Biwott, campeão da Maratona de Nova Iorque, entre os atletas nacionais as expectativas recaem sobre Giovani dos Santos, Solonei da Silva, Wagner da Silva Noronha e Damião dos Santos. A largada feminina será nesta quinta-feira, às 8h40min, enquanto a elite masculina e os atletas em geral largam às 9h.
No masculino, a última vez que um brasileiro venceu foi em 2010, com Marilson dos Santos. No feminino, Lucélia Peres levou o País ao lugar mais alto do pódio pela última vez em 2006. "Sei que os brasileiros podem vencer, pois são bons atletas", afirmou o queniano Biwott, que aponta a diferença entre a São Silvestre e a Maratona de Nova Iorque. "Aqui são 15 quilômetros, lá 42. É mais competitivo aqui, com a distância menor", observou.
O etíope Admasu vai defender o título do ano passado e sabe que a concorrência para lhe tirar o posto de número 1 será grande. "Eu venci no ano passado e estou preparado para ganhar novamente. É uma competição forte, muito importante para mim, por isso tenho treinado duro nas últimas semanas", contou.
No pelotão de elite brasileiro, os nomes mais fortes são de Giovani dos Santos, quinto colocado na São Silvestre do ano passado e tetracampeão da Volta Internacional da Pampulha, prova de 17,8 quilômetros em Belo Horizonte, e Solonei da Silva, campeão da Maratona de São Paulo em 2013 e da Meia Maratona de São Paulo em 2015 e com índice para disputar a maratona nas Olimpíadas do Rio de Janeiro.
Se no masculino existe uma grande expectativa de quebrar jejum de títulos nacionais, apesar das dificuldades, no feminino a situação é pior ainda e as chances são mais remotas, pois existe um abismo entre as corredoras africanas e as brasileiras. O jejum de oito edições deve continuar, mas algumas mulheres vão tentar tirar as africanas do Quênia e da Etiópia do pódio, como Joziane Cardozo, melhor do País na edição do ano passado, com um oitavo lugar, e Sueli Pereira, nona colocada em 2014.
 
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