Porto Alegre, quarta-feira, 25 de novembro de 2015. Atualizado às 23h38.
Dia do Doador de Sangue.
PREVISÃO DO TEMPO
PORTO ALEGRE AMANHÃ
AGORA
20°C
28°C
19°C
previsão do tempo
COTAÇÃO DO DÓLAR
em R$ Compra Venda Variação
Comercial 3,7470 3,7490 1,24%
Turismo/SP 3,7000 3,9500 1,02%
Paralelo/SP 3,7000 3,9500 1,02%
mais indicadores
Página Inicial | Opinião | Economia | Política | Geral | Internacional | Esportes | Cadernos | Colunas | GeraçãoE
ASSINE  |   ANUNCIE  |   ATENDIMENTO ONLINE
COMENTAR CORRIGIR ENVIAR imprimir IMPRIMIR

Argentina Notícia da edição impressa de 26/11/2015. Alterada em 25/11 às 22h59min

'Um país não é uma empresa', diz Cristina

EITAN ABRAMOVICH/AFP/JC
Mandatária fez ontem a sua primeira aparição pública após a derrota do kirchnerismo nas urnas

Em sua primeira aparição pública desde o resultado adverso na eleição do domingo passado, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, disse ontem que um país não se governa como uma empresa, em um aparente recado ao opositor e presidente eleito Mauricio Macri que tem como uma de suas bandeiras a gestão eficiente e conquistou a simpatia de grande parte do empresariado.
Macri, que venceu nas urnas o candidato de Cristina, Daniel Scioli, assumirá a Casa Rosada no próximo dia 10 de dezembro. "Um país não é uma empresa: é uma nação formada por homens e mulheres que devem ter suas necessidades cobertas pelo Estado, e não (geridas) por um critério economicista. Um balanço de um país não se fecha em termos de ganhos e perdas, mas com quantos argentinos estão incluídos ou excluídos", afirmou Cristina.
A presidente mandou outros recados a Macri e seus aliados. Lembrou a eleição na província de Tucumán, cujo resultado favorável ao peronista Juan Manzur foi questionado pelos adversários, que denunciaram fraude. "Fiquem tranquilos, não vamos fazer o que fizeram conosco", afirmou. "Jamais nos ocorreria fazer algo que afetasse a governabilidade e a convivência dos argentinos. Inspira-nos um profundo valor pela pátria, queremos que a pátria vá bem. Não somos do exército do quanto pior, melhor", acrescentou.
Em seu primeiro discurso após a derrota, na inauguração de uma ala de pediatria em um hospital na Grande Buenos Aires, a presidente fez um balanço de sua gestão. Ela esteve acompanhada de ministros e de Scioli, que governa a província de Buenos Aires. Cristina enumerou conquistas dos 12 anos do kirchnerismo, como a retomada dos julgamentos de militares envolvidos em crimes da ditadura militar, investimentos em ciência e tecnologia e os avanços sociais. "Protagonizamos o maior processo de mobilidade social de que se tem memória na Argentina."
A presidente disse ainda que "sai pela mesma porta por qual entrou" no governo e listou o que considera melhorias ocorridas entre 2003 (quando Néstor Kirchner assumiu a presidência) e 2015.
"Entramos nesta Casa Rosada sem indústria e saímos com um país com indústrias em marcha."
Indicando que pretende manter-se ativa na política argentina, liderando a oposição, a presidente afirmou que "continuará ao lado dos argentinos, defendendo os seus direitos".
 
COMENTÁRIOS
Deixe seu comentário sobre este texto.



DEIXE SEU COMENTÁRIO CORRIGIR ENVIAR imprimir IMPRIMIR
LEIA TAMBÉM
Macri defenderá sanções do Mercosul contra a Venezuela Macri vence e encerra era Kirchner Argentinos vão às urnas para segundo turno de eleições presidenciais Scioli fica na fente, mas disputará segundo turno com Macri

 EDIÇÃO IMPRESSA

Clique aqui
para ler a edição
do dia e edições
anteriores
do JC.


 
para folhear | modo texto
» Corrigir
Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.
Nome:
Email:
Mensagem:
» Indique esta matéria
[FECHAR]
Para enviar essa página a um amigo(a), preencha os campos abaixo:
De:
Email:
Amigo:
Email:
Mensagem:
 
» Comente esta notícia
[FECHAR]
  Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.  
  Nome:  
  Email:    
  Cidade:    
  Comentário:    
500 caracteres restantes
 
Autorizo a publicação deste comentário na edição impressa.
 
Digite o resultado
da operação matemática
neste campo