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Porto Alegre, segunda-feira, 25 de junho de 2018.

Jornal do Comércio

Colunas

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Carlos Pires de Miranda

De Olho na tevê

Notícia da edição impressa de 14/10/2015. Alterada em 25/06 às 14h05min

Na reta final do Brasileiro

Hoje é a vez do Inter, que, mesmo entubado, ainda respira nas portas do G-4, ter uma noite de superação contra o Atlético-MG. Seja qual for o time, ainda indefinido por problemas físicos e convocações, esta precisa ser uma noite de absoluto heroísmo de cada colorado em campo. O adversário é mais forte, quase invencível no ambiente do estádio Independência, mas é ali que o Inter de Argel irá decidir o que lhe resta fazer em 2015: lutar pela improvável vaga à Libertadores, ou apenas esperar o próximo ano.
Classificação no horizonte
A cada rodada, o Grêmio mais se aproxima da Libertadores, consagrador objetivo para um clube que começou desacreditado no Brasileirão. Só que, agora, cada jogo será uma final. Contra os mais fracos, porque tentam desesperadamente fugir do rebaixamento; contra os mais fortes, porque ainda sonham alcançar o G-4. É aí que se encaixa o Santos, adversário de amanhã na Arena: vem crescendo, faz elogiável campanha nas mãos de Dorival Júnior e agrega veteranos de alto nível a jovens talentos, dando equilíbrio ao time. Parada dura, contra um concorrente direto.
Caprichos do futebol
Quando o campeonato começou, o Inter estava entre os favoritos graças a seu elenco, tido como robusto e qualificado. O Grêmio era um patinho feio, comandado pelo presidente Romildo Bolzan, inflexível gestor de despesas e, em campo, pelo rigor um tanto exagerado de Felipão. A troca de técnicos na dupla gaúcha foi um marco na inversão: quando Aguirre caiu, o time colorado foi sepultado pelos 5 a 0 do Grenal. Com Roger, estudioso, diplomático e exigente, os tricolores descobriram, em seu elenco financeiramente modesto, um time harmonioso e vencedor.
Seleção
Como o jogo contra a Venezuela seria à noite, escrevo antes: somente um placar convincente, com diferença de três, quatro gols, poderia atenuar o efeito negativo da má estreia contra o Chile. Seria bom Dunga mostrar o potencial do elenco que formou. Por que não liberar Elias de funções meramente defensivas, colocar Renato Augusto, aproveitar o entrosamento entre eles e o de Ricardo Oliveira com Lucas Lima? Ora, é assim que eles fazem sucesso em seus clubes... Em eliminatórias, penso que se joga pelo resultado e se deixa para treinar em outro dia. Tomara que Dunga tenha pensado assim - e que a seleção, de um jeito ou de outro, tenha funcionado bem em campo.
Enfim, um gaúcho na Série B?
Calma, a única certeza é de que o Fortaleza vai encurralar o Brasil de Pelotas, desde o primeiro minuto do jogo de sábado (16h). O que não se sabe - mas nós, gaúchos, desejamos ardentemente - é se o Xavante irá segurar a pressão e quando conseguirá encaixar um contra-ataque que resulte em gol. Saindo na frente, a vantagem se tornará altamente significativa, os cearenses precisarão de três gols para obter a classificação. Aí, se o Brasil mantiver a serenidade e for eficiente, poderá aumentar essa vantagem e garantir sua sonhada classificação à Série B.
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Comentários
Dorian R. Bueno 14/10/2015 08h50min
Crônica JC 102/2015 nCAMISA PENTA CAMPEÃ !!!nnPenso sinceramente que tanto a SELEÇÃO DO BRASIL e o nosso INTERNACIONAL ainda estão saboreando os seus campeonatos da conquista do PENTA. Lá como aqui os treinadores Dunga e Argel possuem nos seus times jogadores jovens, experientes, talentosos, guerreiros, junto com os cascudos recauchutados, e tudo pode acontecer nesta mescla. Os jogadores podem jogar tão maravilhosamente quão desastrosamente. Escuto por aí de forma rotineira e não concordo com isto logicamente, que na prévia de um jogo de futebol o time a ser enfrentado tem uma história muito grande, que sempre é um peso enfrentar ou vestir esta camisa cheia de glórias, e não tremer na hora que o jogador precisa dar algo a mais além da mística ou superstição. Uma camisa de clube de futebol será sempre lembrada quando vestir atletas competentes como os do INTERNACIONAL e SELEÇÃO BRASILEIRA DE OUTRAS ÉPOCAS. É muito comum vencer apenas o rival GRÊMIO por 2x1 e ser PENTA CAMPEÃO GAÚCHO 2015, com uma camisa nova, estádio novinho, no padrão FIFA, com torcida mista como testemunha, e no andar da carruagem, levar goleadas que entraram para história como 5x0 do último GRENAL. Já na SELEÇÃO ser PENTA CAMPEÃO MUNDIAL lá nos idos de 2002 contra a ALEMANHA, e depois em 2014 em pleno BRASIL, levar um sacode de 7x1 que entraram para história, também é vergonhoso. Moral da história é que tanto a SELEÇÃO DO BRAISIL como INTERNACIONAL não conquistam algo maior já faz muito tempo. Por favor, não estou ficando louco para ser colocado numa camisa de força. Com o sistema PRESIDENCIALISTA em ambas as GESTÕES, times atuais, apenas poderemos sonhar em GRITAR HEXA CAMPEÃO GAÚCHO em 2016 aqui no RGS, e sei lá entende, se a seleção se classificar, como BRASILEIRO torcer para ser CAMPEÃO MUNDIAL em 2018 na RUSSIA. Abs. Dorian R. Bueno POA - 14/10/2015 - Dorian Bueno Google+n