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Repórter Brasília Edgar Lisboa


Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 02/10/2015

Revolta com o leilão

FÁBIO PAIVA/DIVULGAÇÃO/JC

Um grupo expressivo do PMDB na Câmara dos Deputados se revoltou com os caciques do partido e com a reforma ministerial. De acordo com eles, as mudanças nas pastas, com o PMDB com sete ministérios, reforça a imagem de fisiologismo do partido, piora as relações com a base, impede de ter agenda própria e reforça a subserviência da legenda ao Palácio do Planalto. "O governo rende-se a um jogo político pautado pela pressão por cargos, num leilão sem qualquer respaldo", diz o manifesto. São 22 deputados, ou 1/3 da bancada federal peemedebista. Eles ainda têm apoio de mais oito parlamentares e buscam senadores para aumentar o número de peemedebistas insatisfeitos. Parte desses deputados tem, desde 2011, defendido a saída do PMDB da base governista. Antes das eleições de 2014, conseguiram 41% dos votos na convenção da legenda. Os peemedebistas revoltosos não chegam a ser maioria, mas esperam mostrar aos 2/3 restantes da bancada e à cúpula do partido a insatisfação. Entre os gaúchos no grupo estão Alceu Moreira, José Fogaça, Osmar Terra (à esquerda na foto) e Darcísio Perondi (ao microfone na foto).
PMDB da propaganda
A preocupação é a distância percebida por eles entre discurso e realidade. "Temos uma agenda que se espelha no que é mostrado na nossa propaganda política. Queremos um novo PMDB, que faz política com propostas, não com cargos", disse o deputado federal Darcísio Perondi. A última propaganda política do PMDB na TV mostrou um partido mais independente, com propostas para o Brasil. De acordo com Perondi, tudo que é proposto acaba em segundo plano. Ele citou as reformas previdenciária, trabalhista e tributária, além do pacto federativo. "O PMDB não está à venda."
Imagem na base
Um dos motivos para a revolta com a reforma ministerial é a imagem do partido na base. "Há uma insatisfação na base. Lá em Santa Rosa, muita gente queria se desfiliar. Temos que pensar na nossa imagem com a base, que nos vê como fisiologistas", disse o deputado Osmar Terra. Segundo ele, para que as decisões dos caciques sejam mantidas, há pressão. "A base sofre uma pressão enorme, mas é contra o toma lá, dá cá."
Assinar sem pensar
O único peemedebista gaúcho que não assinou, Mauro Pereira, questionou a força do manifesto. De acordo com ele, na reunião que iria decidir se o líder da legenda na Câmara dos Deputados, Leonardo Picciani (RJ), iria negociar ministérios com o Planalto, muitos dos que assinaram o manifesto votaram a favor da negociação. "Muitos assinaram sem pensar nas consequências. São várias as assinaturas de gente que foi favorável."
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